16/06/2026
O CAUEBA vem a público manifestar repúdio à conduta antidemocrática e de má-fé praticada por integrantes da Comissão Eleitoral e da Chapa 1 durante o primeiro dia de votação para o DCE na EBA.
Na ocasião, a mesa receptora contava com uma mesária independente, gestora de nosso centro acadêmico, e duas fiscais das chapas 1 e 2. Três pessoas ligadas à UJS e à chapa 1 alegaram falsamente que a Comissão Eleitoral tinha o poder de declarar o fechamento da urna sob a justificativa de ausência de eleitores e suposta incompetência da mesária.
(1) A Comissão Eleitoral não tem poder nenhum para fechar uma urna. Essa atribuição é única e exclusiva da mesa receptora.
(2) Ao contrário do alegado por eles, a mesária era independente e não era vinculada à UJS, tampouco à Chapa 1, e conduzia os trabalhos com normalidade, sem irregularidades.
(3) As alegações de que não havia “uma alma viva” no local são falsas e refletem a a ignorância de pessoas que desconhecem a realidade da Belas Artes e não circulam em nosso campus.
Aproveitando-se do desconhecimento da mesária sobre sua própria autonomia, os envolvidos induziram-na a fechar a urna alegando que "a Comissão Eleitoral precede qualquer instância" (uma mentira) e, sem qualquer respaldo regimental, tentaram e conseguiram retirar o urna do local. A fiscal da Chapa 2 precisou intervir correndo para impedir que a urna fosse levada, sem sucesso.
A orientação dada pelos envolvidos foi que, caso houvesse contestação, a mesária e a fiscal de oposição deveriam recorrer à Comissão Eleitoral (da qual eles próprios fazem parte). Isso é um absurdo.
A Comissão afirmou de forma intimidadora e autoritária uma invenção, em um jogo político desleal e desonesto; ao mesmo tempo, que fechou o caminho para qualquer questionamento e resolução justa.
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