05/03/2026
Na arquitetura, a materialidade não é ponto de partida — mas também não pode ser uma decisão superficial.
Ela é consequência de uma série de escolhas anteriores:
o lugar, o clima, o uso do espaço, a técnica construtiva e a linguagem do projeto.
Quando esses fatores estão bem resolvidos, a escolha dos materiais passa a fazer sentido. Ela reforça a ideia do projeto, melhora o desempenho do edifício e cria coerência entre arquitetura e contexto.
Por isso, pensar materialidade não é apenas escolher revestimentos. É garantir que cada decisão construtiva esteja alinhada com o que o projeto precisa ser.