10/01/2026
AUTISMO E BIM: Como o Transtorno do Espectro Autista encontra a AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção).
20 de maio de 2025
Recentemente, aos 34 anos, o autor pesquisou sobre suas próprias capacidades, e possíveis neurodivergências. Descobriu que sim, possui neurodivergencia de Autismo leve (TEA-01, antigo Asperger). Isso foi devido ao fato de em diversas relações notar os seguinte padrões em interações em grupo: carga excessida de trabalho; impossibilidade de discussão sobre situações pessoais (considerada antiprofissional mesmo em caso de morte, risco de morte); comunicação sem clareza por parte de demais (ou dificuldade em compreender linhas de raciocínio que não sejam datadas, anotadas, claramente exposta); péssima recepção de opiniões sinceras; desgosto com feições, tom de voz e postura corporal.
Devido a situações como a descrita, diversas foram as interações ruim que obteve. Possuindo altas capacidades, e num geral, absorvendo muitos assuntos, até organiza-los, a mente funciona como um filtro para contemplar um assunto maior, no caso pessoal de autopercpção do autor. Por isso, também foi importante gravar interações sobre comportamentos frente aos outros, e pasme: as interações se mostraram, pela parte autora, razoáveis, incisivas (pode gerar más interpretações) e decididas, e por parte dos demais, chegou a ofensivas a nível pessoal, demonstrações de interesse pessoal quando atingidos, porém sem compaixão ou um nível de respeito não oscilatório mediante interações. Muitos dos quais demonstraram plasticidade emocional em conversas privadas, em grupo, talvez por autopreservação, seguiam a postura de não conflito, mesmo que isso compreendesse a sua abdicação de direitos previstos tanto em leis internacionais quanto nacionais e dos demais, resultando em abafamento de problemas de equipe, sobrecarga invisível e horas extras não mencionadas em grupo.
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