Guá Arquitetura

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Esse home office, na casa de uma conterrânea nossa aqui do Pará, tinha que ser cheio de vida, visse?Para isso trouxemos ...
26/05/2026

Esse home office, na casa de uma conterrânea nossa aqui do Pará, tinha que ser cheio de vida, visse?

Para isso trouxemos as raízes dela em forma de arte e objetos que refletem não só sua identidade, mas a vivência inteira.

Aqui a arte nortista brilha. A luminária Pássaros, que desenvolvemos em miriti com o artesão , tem base de cerâmica do mestre Levy Cardoso () e coloca os saberes tradicionais onde podem ser vistos e lembrados todos os dias. A fotografia de carrega memória e origem, leva emoção até pros momentos cotidianos de trabalho.

O banco Guêra, que criamos em parceria com e é produzido pela , oferece pausa e respiro.

Pra deixar tudo mais aberto e convidativo, derrubamos uma das paredes. A estante abraça a área social e se transforma em mesa. Trabalho, vida e memória estreitam seus laços aqui.

Projeto de arquitetura: Guá Arquitetura

Autoria: Luis Guedes, Pablo do Vale

Coautoria: Andressa Macedo, Gisele Barbosa

Produção criativa: Vitória Mabi

Fotos:

Fazer uma curadoria de arte paraense é essencial nos projetos da Guá. A sala de jantar da Casa Murici é um retrato desse...
22/05/2026

Fazer uma curadoria de arte paraense é essencial nos projetos da Guá. A sala de jantar da Casa Murici é um retrato desse compromisso, e também da nossa visão de que design, arte e fazer manual ocupam o mesmo patamar.

Cada peça aqui carrega história e afeto: a começar por esse nicho de madeira, recheado de memória! A fotografia de Luiz Braga e o barco junto dela, da Caroço Arte, resgatam as origens ribeirinhas da moradora da casa. Ao lado, a dupla de quadros de Emanuel Nassar e sua poética única se destacam.

Sobre o aparador, as cerâmicas são do Mestre Cardoso e de Levy Cardoso — maestrias do nosso território que inspiram o dia a dia.

No jantar, a cobra de Miriti sobre a mesa de Jader Almeida trás para o presente a tradição da palmeira amazônica.

Projeto de Arquitetura: Luis Guedes, Pablo do Vale
Coautoria: Andressa Macedo, Cibele Leal, Joene Louchard, Juliana Maia, Luan Guedes
Identidade Visual: Guá Arquitetura
Coautoria: Cleverson Velasco
Produção criativa: Paulo Morelli

Fotos: 

A madeira amazônica abraça toda a Casa Murici — residência de uma família fortemente conectada às suas raízes ribeirinha...
20/05/2026

A madeira amazônica abraça toda a Casa Murici — residência de uma família fortemente conectada às suas raízes ribeirinhas, em Belém.

Escolhemos fazer painéis de cumaru, nativo da nossa região, pela durabilidade e também por oferecer uma tonalidade aconchegante, em contraponto à estrutura mais clara da casa.

A estrutura faz par com a madeira que habita todos os ambientes: na primeira foto, o quarto do casal tem poltrona Diz, de Sérgio Rodrigues, e à direita, mesa da nossa coleção Andiroba, feita pela .

Na sala de estar, o coração da casa, vem a força das cores, tão características para nós, paraenses: o vermelho do quadro de , junto com esculturas de miriti feitas por mestres de Abaetetuba.

Projeto de Arquitetura: Luis Guedes, Pablo do Vale
Coautoria: Andressa Macedo, Cibele Leal, Joene Louchard, Juliana Maia, Luan Guedes
Identidade Visual: Guá Arquitetura
Coautoria: Cleverson Velasco

Fotos: 

É muito importante levar memória, território e pertencimento para dentro de uma casa.Nessa casa em Belém, o quarto, assi...
15/05/2026

É muito importante levar memória, território e pertencimento para dentro de uma casa.

Nessa casa em Belém, o quarto, assim como toda a casa, tem vista para o verde. Com esse frescor, o olhar é conduzido para as origens: o mobiliário autoral e a arte paraense.

A área externa conecta toda a casa, e foi ambientada com cadeira de Mestre Valdiley, rede de , cadeiras do Mestre Mauro e Mestre Elivan e o nosso banco Guêra (parceria com e ).

No quarto, a Poltrona Bo, de , tem um assento baixo e acolhedor, que remete ao conforto de uma rede. A foto de brilha, levando ainda mais poética paraense. Na cama, passadeira em palha da costa e almofadas feitas com resíduos têxteis de rede recebem para o descanso.

Uma escultura de barco da Caroço Arte f**a na mesa de cabeceira, trazendo sempre para perto a memória das águas.

Projeto de Arquitetura: Luis Guedes, Pablo do Vale
Coautoria: Andressa Macedo, Cibele Leal, Joene Louchard, Juliana Maia, Luan Guedes
Identidade Visual: Guá Arquitetura
Coautoria: Cleverson Velasco

Fotos:

Projetamos a entrada dessa casa para ter um momento de apoteose antes de adentrar nela.Sempre pensamos na importância de...
14/05/2026

Projetamos a entrada dessa casa para ter um momento de apoteose antes de adentrar nela.

Sempre pensamos na importância desse percurso, e recheamos o caminho com surpresas e pontos de emoção. Aqui, a memória afetiva se destacou: uma das lembranças da moradora era de comer jabuticaba direto do pé quando era criança. Então a solução foi um elemento visual poético e com história: uma kokedama de alma brasileira.

Essa técnica japonesa consiste em cultivar uma muda em uma esfera de substrato e musgo, que f**a suspensa, nesse caso sobre um espelho d’água. Ao longo do tempo, a própria natureza f**a encarregada de produzir a escultura.

O jardim e a água escura, inclusive, são os verdadeiros protagonistas da residência — uma referência aos rios amazônicos e às origens ribeirinhas da família.

Assinado por .hanaetogall, o paisagismo é formado por espécies nativas, reforçando essa sensação de imersão na floresta.

Projeto de Arquitetura: Luis Guedes, Pablo do Vale
Coautoria: Andressa Macedo, Cibele Leal, Joene Louchard, Juliana Maia, Luan Guedes
Identidade Visual: Guá Arquitetura
Coautoria: Cleverson Velasco

Fotos: 

Os materiais que seriam descartados ganham um novo destino com aplicação criativa da tecnologia e do design. A poltrona ...
07/05/2026

Os materiais que seriam descartados ganham um novo destino com aplicação criativa da tecnologia e do design.

A poltrona Naiá Azul, feita em parceria pela e , nos enche de alegria por trazer isso em sua essência!

Ela materializa a transformação de 3.5kg de jeans em suas placas rígidas produzidas com a tecnologia paraense da .br.

E também tem tecidos, linhas e tramas de descarte da e , transformados em manto através da técnica de upcycling da .

Caso você se apaixone por ela, igual a gente: a Naiá Azul tem série limitada e será comercializada pelo , ou através dos nossos canais de contato.

“Não existe jogar fora. Está tudo aqui dentro do planeta.” Essa frase dos  reflete uma realidade: está mais do que na ho...
05/05/2026

“Não existe jogar fora. Está tudo aqui dentro do planeta.”

Essa frase dos reflete uma realidade: está mais do que na hora de mudarmos o jeito que encaramos o uso dos recursos.

Junto com eles, criamos a Poltrona Naiá Azul, que dá uma nova oportunidade para os resíduos de jeans, um dos mais poluentes do planeta e que pode demorar até 400 anos para se decompor!

O tecido é transformado em placas rígidas pela startup paraense .br antes de ganhar a forma final.

É uma alegria compartilhar essa criação com os Pirilampos. O Lula Duffrayer e o Flávio Carvalho tem um trabalho incrível em ressignif**ar materiais descartados. É arte, design e ativismo.

A Naiá faz parte da exposição O Elã da Trama, da revista norte-americana em parceria com o , que inaugura no dia 7/5.

Com curadoria de mobiliário de design assinada pela Vivian Lobato e André Visockis, a mostra observa o universo têxtil sob a ótica da sustentabilidade e da preservação cultural.

A  e os  se uniram pare ressignif**ar os resíduos têxteis. Depois de muita pesquisa e ideias, criamos uma poltrona que b...
04/05/2026

A e os se uniram pare ressignif**ar os resíduos têxteis.

Depois de muita pesquisa e ideias, criamos uma poltrona que br**ca com os limites entre arte e design e, ao mesmo tempo, provoca sobre o reaproveitamento de materiais. Ela conta com uma tecnologia totalmente paraense, realizada pela startup .br

O lançamento acontece na exposição coletiva O Elã da Trama, parceria entre a revista norte-americana e , entre 7 e 23 de maio. Esperamos você!

Fotos:

A  e os  se uniram pare ressignif**ar os resíduos têxteis. Depois de muita pesquisa e ideias, criamos uma poltrona que b...
30/04/2026

A e os se uniram pare ressignif**ar os resíduos têxteis.

Depois de muita pesquisa e ideias, criamos uma poltrona que br**ca com os limites entre arte e design e, ao mesmo tempo, provoca sobre o reaproveitamento de materiais. Ela conta com uma tecnologia totalmente paraense, realizada pela startup .br

O lançamento acontece na exposição coletiva O Elã da Trama, parceria entre a revista norte-americana e , entre 7 a 23 de maio. Esperamos você!

Fotos:

Os conhecimentos ancestrais vão desaparecer se a gente não voltar a olhar para eles.Tá vendo esse telhado de palha de bu...
28/04/2026

Os conhecimentos ancestrais vão desaparecer se a gente não voltar a olhar para eles.

Tá vendo esse telhado de palha de buçu da Galeria Popopô no ? Ele era muito comum na Ilha do Combu, no Pará.

O buçu vem de uma palmeira da região amazônica. Suas folhas são largas, resistentes e impermeáveis, o que fazem delas perfeitas para coberturas.

Os processos são para quem sabe manejar a planta. Grandes mestres guardam esse fazer manual e trabalham as folhas de forma ágil e concentrada. Precisa saber o momento certo da coleta, fazer a secagem corretamente, limpar, selecionar, mupicar… Além da técnica da cobertura, que é passada de geração em geração.

Com o tempo e influências externas, o buçu foi substituído por telhas de fibro cimento. O material industrial, comum nas grandes cidades, agora cobre a maioria das casas da região.

No , o telhado de buçu vai além da estética: é a preservação de um conhecimento ancestral que atende perfeitamente às necessidades de construir em meio à Amazônia.

Fotos:

Assinamos a primeira galeria de arte da Ilha do Combu, com muito orgulho!O  foi criado por duas apaixonadas pela ilha e ...
24/04/2026

Assinamos a primeira galeria de arte da Ilha do Combu, com muito orgulho!

O foi criado por duas apaixonadas pela ilha e seus habitantes, .de.sa e . Essa dupla criou toda estrutura para promover experiências sustentáveis de forma responsável com o meio ambiente e com a comunidade.

A Galeria Popopô foi construída com a mesma lógica. Convidamos mão de obra local para a obra, usamos materiais da região e aplicamos técnicas da carpintaria ribeirinha, que aprendemos durante muitos anos de pesquisa.

A comunidade se vê por toda a parte desse projeto, das fotos à construção, como deve ser.

Fotos:

Endereço

Vila Importadora, 699 A
Belém, PA
66050-210

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