Pedro Haruf Arquiteto

Pedro Haruf Arquiteto Pedro Haruf Arquiteto
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+ Rua Espirito Santo 2720/sl04 Lourdes - Belo Horizonte

Arquiteto formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atuo no mercado de arquitetura desde 2008, quando comecei a desenvolver projetos em parceria com a arquiteta Lucia Serrano. Fui sócio do Escritório NAU (Nova Arquitetura Urbana) entre 2009 e 2010, e depois trabalhei por mais dois anos prestando serviços de projeto de saúde para Secretaria de Saúde de Contagem. Especialista em

desenvolvimento 3D trabalhei em projetos como a Cidade Administrativa de Minas Gerais dentre outros projetos de grande porte, além de ser professor de SketchUp desde 2007. Quando formei fui indicado pela PUC- Minas ao premio Ópera-Prima pelo projeto Parque Ferroviário de Minas Gerais, eleito entre os melhores trabalhos de conclusão de curso da instituição no ano de 2010.

02/06/2026

Como tudo começou.

No primeiro episódio da nossa série, apresentamos o dia a dia do estúdio. Compartilhamos como a arquitetura se tornou nosso caminho e como nos encontramos nessa trajetória.

A série terá quatro episódios, produzidos pela Vizo Estudio Audiovisual.

Esperamos que acompanhem conosco.

28/05/2026

Casa da Ilha - Parte 2
Rio Doce, Calor e Afetos
2021-2024

Na Casa da Ilha, a luz marca a passagem do tempo.

Ela atravessa os brises, desenha sombras, acompanha as horas e transforma a rotina em paisagem.

Uma casa pensada para o calor de Valadares, mas também para a vida que acontece devagar: crianças crescendo, amigos à mesa, descanso, memória e o desejo de envelhecer ali.

Uma casa para permanecer.

Arquitetura:


Colaboração:
soares







Produção e Fotografias:


Vídeo

Casa Terramar ( )Itacaré-BA e Entre a mata e o marNa Casa Terramar, o percurso é parte do projeto.A casa recebe de forma...
26/05/2026

Casa Terramar ( )
Itacaré-BA
e

Entre a mata e o mar

Na Casa Terramar, o percurso é parte do projeto.

A casa recebe de forma íntima, no nível dos quartos, em um hall marcado pela madeira, pela luz filtrada e por objetos que evocam a cultura local. A chegada é delicada, quase silenciosa.

Só depois, ao descer pela escada e pelo vazio, a arquitetura se revela em sua escala maior: o espaço social, a mata e o mar.

Percorra as imagens e descubra a casa aos poucos.

Projeto de Arquitetura


Colaboração:
csoares


Construção:


Paisagismo:


Produção:


Fotos:

Nós acreditamos que cada projeto carrega a essência de quem o habita e do lugar onde existe.Por isso fazemos o essencial...
19/05/2026

Nós acreditamos que cada projeto carrega a essência de quem o habita e do lugar onde existe.

Por isso fazemos o essencial, com rigor, com afeto e sem abrir mão da identidade.

Conheça as pessoas e os projetos que dão forma a essa prática. ↓

Fotos:

12/05/2026

Casa da Ilha - Parte 2
Rio Doce, Calor e Afetos
2021-2024

Um pedido marcante dos clientes orientou uma solução técnica ousada: não queriam um pilar na quina da sala. O pilar foi deslocado para a divisa, liberando o canto e permitindo que o segundo pavimento avance sobre o jardim lateral como um volume que parece flutuar. Um pergolado metálico acompanha esse balanço e, quando os painéis de vidro escamoteáveis são recolhidos para dentro das paredes, interior e exterior se dissolvem em um único espaço contínuo.
No ponto exato onde um pilar deveria existir, instalamos o balanço Manga, desenhado por nós para a Qubo Design, um objeto-lugar que sintetiza a intenção do projeto. Ele simboliza leveza, afeto e a celebração consciente das escolhas arquitetônicas.

Arquitetura:


Colaboração:
soares







Produção e Fotografias:


Vídeo

Apartamento Parque Bian2025/2026Localizado no Parque Residencial Bian, conjunto projetado por Djalma Melo em 1972, o apa...
05/05/2026

Apartamento Parque Bian
2025/2026

Localizado no Parque Residencial Bian, conjunto projetado por Djalma Melo em 1972, o apartamento parte de um gesto que é, ao mesmo tempo, íntimo e arquitetônico: habitar uma herança. Mais do que reformar um imóvel, o projeto propõe reativar uma memória: a de um lar que atravessa gerações e agora se reinventa para acolher uma nova vida.

Implantado em um terreno generoso, o conjunto se estrutura a partir de duas torres sobre pilotis, dissolvendo limites entre arquitetura e paisagem. O modernismo aqui se revela não apenas na forma, mas na experiência: nos cobogós de terracota que filtram luz e ventilação, na “janela ideal” que emoldura o entorno, e na presença de mobiliário icônico como a poltrona Cubo, de Jorge Zalszupin, que reafirma o compromisso do edifício com uma ideia sofisticada de morar.

A intervenção parte desse entendimento. Ao invés de sobrepor uma nova linguagem, o projeto busca revelar e intensificar as qualidades já presentes.

A cozinha, reposicionada e mais aberta, estabelece uma relação direta com o exterior. O cobogó, antes percebido como elemento de fachada, é trazido para dentro, tornando-se filtro de luz, textura e paisagem. Sua presença orienta toda a materialidade do apartamento.

A paleta nasce daí: tons terrosos e avermelhados percorrem o espaço, do granito Marinace Rosso na bancada à madeira Roxinho no painel, do piso em ipê à marcenaria em pau-ferro, chegando às áreas molhadas com lajotas de barro. Cada material carrega densidade, imperfeição e tempo.

A seleção de mobiliário e objetos reforça essa narrativa. Peças de designers mineiros contemporâneos, como André Ferri, Regina Misk e Thales Pimenta, estabelecem uma continuidade sensível com o modernismo presente nas áreas comuns.

Atualizar um apartamento em um edifício como o Bian exige precisão e escuta. Trata-se de compreender o que deve permanecer, o que pode ser transformado e, sobretudo, como construir um espaço que seja, ao mesmo tempo, profundamente contemporâneo e inseparável de sua história.

Arquitetura:


Colaboração:



28/04/2026

Casa Brisa da Pampulha
2024-2026

Toda casa começa por um desejo. Aqui, era o de ter um quintal, mas, acima de tudo, um lugar protegido.

Em um terreno de esquina, pequeno e exposto, a Casa Brisa da Pampulha transforma a limitação em estratégia. O quintal se eleva, se fecha e se volta para dentro, criando um refúgio silencioso no coração da casa.

Neste momento da obra, as paredes de concreto começam a definir esse território. É quando o desenho deixa o papel e passa a construir a vida que a casa vai abrigar.

Acompanhar de perto cada etapa é parte fundamental do nosso trabalho. É no canteiro que o projeto se ajusta, ganha precisão e se torna, de fato, arquitetura.

Arquitetura:


Colaboração:




Engenharia Estrutural:

Engenharia Hidrossanitária e elétrica:

Construção:

Edição e Video:

CasaDeEsquina CasaComPresença Arquitetura ModernArchitecture ArchitectureLovers ArquiteturaBH pampulha

Casa Atelier2022Projetada para um casal de artistas plásticos, a Casa Atelier nasce da convivência entre vida e trabalho...
22/04/2026

Casa Atelier
2022

Projetada para um casal de artistas plásticos, a Casa Atelier nasce da convivência entre vida e trabalho. Residência e espaço produtivo se sobrepõem, abrigando um ateliê de esculturas, uma cozinha experimental e espaços de encontro e exposição. O que poderia ser conflito torna-se estratégia. Organizar as contradições é o ponto de partida do projeto.

Distribuída em três níveis, a casa responde à topografia e aos acessos. O ateliê ocupa o pavimento inferior, conectado à rua principal. Os espaços domésticos e a cozinha experimental estão no nível intermediário, mais resguardado. Acima, um terraço jardim recompõe a área permeável e cria um espaço de contemplação e convivência.

Exteriormente, a casa se apresenta como um volume denso, quase mineral, enraizado em Nova Lima. Internamente, revela-se leve e contínua, organizada em torno de um grande jardim elíptico que articula os ambientes e dilui os limites entre interior e exterior.

Entre peso e leveza, introspecção e abertura, a Casa Atelier propõe um modo de habitar em que vida, criação e encontro coexistem em equilíbrio.

Arquitetura



Colaboração:

soares




Engenharia

14/04/2026

Casa da Ilha - Parte 1
Rio Doce, Calor e Afetos
2021-2024

Projetar em Governador Valadares é reencontrar um território que carrega calor em todos os sentidos: climático, afetivo e simbólico. A Casa da Ilha nasce desse reencontro, revisitando minha cidade natal em um projeto para amigos de longa data.

Situada na Ilha dos Araújos, a casa responde a desafios específicos do lugar. Devido às enchentes anuais, o nível do pavimento térreo foi erguido 1,70 m acima do passeio, garantindo segurança e moldando um percurso ascendente que organiza o acesso e a percepção gradual da arquitetura.

É uma casa enraizada em seu território, consciente de seus limites, ajustada às intempéries e aberta ao acolhimento. Uma casa que traduz memória, afeto e pertencimento.

Arquitetura:


Colaboração:
soares







Produção e Fotografias:


Vídeo

Casa na Quinta do Sumidouro2025A elipse em pedra Lagoa Santa, material enraizado na paisagem do Sumidouro, é o gesto que...
10/04/2026

Casa na Quinta do Sumidouro
2025

A elipse em pedra Lagoa Santa, material enraizado na paisagem do Sumidouro, é o gesto que dá origem ao projeto. A partir dela, organizam-se a suíte principal, o closet e o jardim privativo, além de marcar com precisão a chegada da casa.

Foi desse traço inaugural que tudo se desenvolveu. O jardim nasce junto com a arquitetura, preservando o jacarandá existente e transformando-o em centro afetivo do espaço.

A suíte, pensada em uma casa que receberá hóspedes temporários, se estrutura como um refúgio silencioso. O jardim privativo garante intimidade ao casal e cria uma transição delicada entre interior e exterior, estabelecendo um espaço de recolhimento dentro da própria casa.

Arquitetos:



Colaboradores:




Raquel Leal

Endereço

Avenida Brasil 309, Sala 203
Belo Horizonte, MG
30140000

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