20/11/2021
E agora José?
É difícil separar o José da HaB.
E se quiser entender um será preciso conhecer o outro.
E não só pelo processo evolutivo que passamos mesmo que separadamente.
Mas também porque acreditamos que a arquitetura é feita para pessoas, da forma mais íntima e funcional da existência.
Quando falamos em arquitetura social, queremos falar sobre a cidade, debater problemas urbanos e compreender o coletivo.
Quando pensamos na qualidade de vida e na qualidade do meio ambiente, estão pensando na prevenção do nosso futuro e do seu bem estar.
Quando compreedemos a cultura, e as técnicas, estão respeitando a história, adquirindo ensinamentos, e preparando para evoluir
A HaB é o seu abrigo, é sua ferramenta de transformação.
E eu, o José sou a outra metade o seu meio de comunicação com a arquitetura.
.
.
.
.
.