19/07/2022
Rudi van Cattani (Caxambu do Sul, 1979) é Doutor em Arquitetura – La Forma Moderna – pela (ETSAB/UPC, Barcelona, 2013), revalidado no Brasil pela (UFRGS, Porto Alegre, 2014), Arquiteto pela (FURB, Blumenau, 2004), onde fez um semestre de intercâmbio na (FADU/UdelaR, Montevidéo, 2003) e Técnico em Edificações pelo (CEFET, Pato Branco, 1998).
Atualmente dirige o escritório R.V. Cattani Arquitetura, porém conciliou durante seis anos a atividade de docente universitário com a prática profissional, pois acredita que uma é dependente da outra e necessita de constante retroalimentação.
Atua também como Tesoureiro do DOCOMOMO Brasil, trabalha no desenvolvimento de um livro sobre a obra do escritório de arquitetura Liz Cassol Monteiro, de Florianópolis, bem como participa de maneira ativa do grupo de pesquisa internacional IFORM, onde escreve capítulos de livros.
É autor de artigos, de capítulos de livros, de pesquisa a partir de sistemas construtivos racionalizados de baixo custo, de outras publicações e da página https://www.instagram.com/rudivancattani/ – esta última um recurso de apoio visual para aqueles que, como o autor, buscam exercitar o olhar arquitetônico. Concedeu entrevista, participou de banca de doutorado, de bancas de graduação em várias universidade e da organização de eventos e exposições.
Na prática profissional, busca a expressão do gozo estético com o constante aperfeiçoamento da técnica, aspirando, nas palavras de Le Corbusier, a “economia, rigor, precisão e universalidade”, não esquecendo que “as funções se vão antes que os edifícios” (Mies van der Rohe) e que, portanto, estes devem
ter uma estrutura organizadora clara que permita a constante versatilidade do projeto e obra.
As inspirações vem essencialmente da análise da obra da modernidade arquitetônica, escultórica e pictórica. Referenciais como Mies, Klee, Eiermann, Rothko, Piñón, Mendes da Rocha, van Doesburg, Aalto, Breuer, Alvarez, Moore, Corbusier, Bunshaft (SOM), entre outros, constroem o imaginário do arquiteto e servem como base para reforçar a vigência estética da modernidade com a complexidade material da contemporaneidade.