21/04/2026
Ainda caio em mim (e que continue assim) e me surpreendo - “sou consagrada” - o que envolve tantas lutas e alegrias. E eu livremente escolho isso. Que graça! Como sou grata!
Minha família perguntou: “e o que mudou?” Eu respondi: “tudo e nada!”. Como explicar que a minha vida que eu já levava, eu continuaria levando, mas que consagra-la consistia numa graça que me ultrapassaria para sempre?
Imerecidamente, fui amada. E descobri a minha forma de amar: sendo Shalom!