Polilab Consultoria Empresarial Ltda.

Polilab Consultoria Empresarial Ltda. Consultoria para desenvolvimento de produto polimérico, gestão da qualidade, estudos de avaliação de ciclo de vida, treinamento e projetos de arquitetura.

Ofertar a prestação de serviços de engenharia em duas vertentes principais a saber: expertise em engenharia de materiais poliméricos com suporte em:
desenvolvimento para projetos,
desenvolvimento e qualidade de fornecedores,
gestão da reciclagem
estudos para redução de custos,
treinamento,
cultura automotiva,
e sustentabilidade com estudos de avaliação do ciclo de vida - ACV

VINILTEC  2019 - SÃO PAULOConferência Tecnológica sobre o PVC no Brasil
19/03/2019

VINILTEC 2019 - SÃO PAULO

Conferência Tecnológica sobre o PVC no Brasil

14/03/2019

O Instituto Brasileiro do PVC é um dos patrocinadores e apoiadores da Viniltec 2019, Conferência Tecnológica Sobre PVC, promovido pela Society of Plastics

10/08/2018

Espectroscopia de Infravermelho usos e adequações.

Espectroscopia de Infra-Vermelho - FTIR, é hoje no Brasil uma ferramenta pouco usada no
dia a dia na avaliação de problemas, análise de contaminação, homologações e identif**ação de
materiais na industria de transformação de plásticos e sua relação com sistemistas, montadoras
e na produção seriada em geral.
Restrita às Universidade e aos fabricantes de polímeros rotineiramente, embora varias
montadoras e sistemistas possuam o equipamento, a espectrofotometria de infravermelho, é o
método mais sensível e versátil para acompanhar modif**ações químicas em um material
polimérico. Este método detecta os movimentos vibracionais das ligações químicas do composto
que está sendo analisado. Como cada grupo químico absorve a energia vibracional de um valor
específico, é possível diferenciá-los pelo espectro de infravermelho. Além disso a técnica fornece
informações sobre as interações entre esses grupos químicos.
Dessa maneira a espectroscopia no infra-vermelho via FTIR oferece uma gama de recursos
para ensaios não-destrutivos de polímeros bastante interessante. Esta técnica permite ao
usuário uma flexibilidade de uso abrangente, pois pode utilizar a própria peça ou material com
problema diretamente ou imediatamente seu processamento, ou seja a caracterização em situ e
em tempo real. Aliado a isso existem variações da técnica, como ATR que permite a
caracterização imediata para evitar contaminações, uso em separações de materiais na industria
de reciclagem, etc, ou seja uma solução de teste verdadeiramente não-destrutiva, alem das
avaliações para acompanhamento de degradação oxidativa, que em uma das técnicas, usa-se o
índice de carbonila ou hidroperóxidos, fundamental para avaliar a eficiência de estabilização de
polímeros e suas consequências na solidez da cor a luz por exemplo e envelhecimento natural.
Alem de associações a outras técnicas como DSC/TGA e/ou a espectrometria de massa. O seu
cálculo é simples e está baseado no fato que a absorbância é proporcional à concentração da
espécie que absorve, segundo a Lei de Beer.
Dessa maneira quando eu digo que é pouco usada no dia a dia, reflito que na preparação ou
desenvolvimento de materiais para projetos e desenvolvimentos, os materiais são
caracterizados, em geral pelos fabricantes de polímeros, raramente algumas normas de
montadoras exigem a caracterização via Espectroscopia no Infra-Vermelho, o que na prática
implica que a amostra original no desenvolvimento nem sempre se mantém com o passar dos
lotes, exemplos disso podem ser dados quando acontecem: mudança no fabricante de aditivo
quer seja primário ou secundário ou estabilização UV, etc., mudança de fabricante de master
batch, mudança no pigmento da cor, até o próprio fornecedor da resina base, quer por razões
econômicas, quer por razões técnicas, enfim. Assim, talvez nas relações já conturbadas pelo
viés econômico, com constantes reajustes que não são digeridos pelas montadoras, possam se
estabilizar as relações técnicas advindas de chamados de problemas de que material “não esta
bom”! A simples apresentação da “impressão digital” do material já iria dirimir uma parcela
considerável da “culpa” do material da razão da suspeita do problema, ou seja o que foi
homologado é o que esta sendo fornecido.
Pode parecer um tiro no pé aos fabricantes de compostos e afins, mas os gastos com
viagens, almoços, te**es e re-te**es, discussões internas, discussões com o cliente, etc.,
tentando mostrar que o material “não foi modif**ado”, não compensa e é superior a usar o
material homologado como foi especif**ado, testado e aprovado.

10/08/2018

O uso correto de aditivos para peças plásticas

A necessidade constante e minha vivência, tanto em projeto como em formulação de materiais para a
indústria automotiva me motivaram a escrever esse post. Em geral a combinação de interesses e falta de
tempo no projeto, levam a supervalorização do produto numa tentativa de "proteção" contra o futuro, o
que acaba encarecendo o produto não os torna competitivos.
Materiais plásticos com o passar do tempo e em função do seu uso contínuo, em geral sofrem
rapidamente os efeitos da temperatura, luz, tensões mecânicas tanto de cisalhamento quanto de
carregamento ou estresse, alem de outras energias.
O uso de aditivos vem auxiliar ou suportar o material a resistir e prolongar a vida útil da peça ou
produto, mantendo-o por mais tempo e em condições operacionais e visuais a sua condição de usabilidade
e função, recurso também pouco usado em reciclabilidade, alem de preservar ou recuperar parte de
propriedades mecânicas, o que em outra ocasião falaremos mais.
Num ambiente de oxigênio e calor e outras fontes de energia, os aditivos são usados para combater a
degradação durante seu processamento e uso e posteriormente, dependendo da necessidade, sua
capacidade de manter a cor e a resistência a luz e/ou calor.
O uso correto de aditivos passa por requisitos de projetos nem sempre adequados ao uso da peça ou
produto. Quando atentamos para peças plásticas, muitas vezes nos deparamos no projeto ou na
especif**ação, com super exigências de função que não são compatíveis ao uso da peça ou produto.
As exigências de função, em geral não passam por um processo seletivo na hora da especif**ação, ou
seja, são pouco testados em campo e na sua função e uso específico, fazendo com que quem produz a
peça, passe a "superaditivar" o produto e consequentemente fazer com que encareça e fique
"desnecessariamente" protegido, quando na verdade poderia ser mais adequado se sua função fosse
determinada e testada corretamente.
Não raras as vezes peças de exposição interna em automóveis por exemplo, são solicitadas ou
especif**adas de forma como se fossem f**ar em exposição constante ao sol e calor continuamente, a
impressão que se tem é que ou se superestimam em função do projeto ter sido feito fora, ou desenho da
peça veio de fora e "acham" que a proteção será insuficiente, ou existe um desconhecimento básico de que
há aditivos específicos e especializados para a aplicação.
Outra maneira de se "supervalorizar" a peça é solicitar que resistências a longo períodos de exposição
ao calor sejam supervalorizados, quando na verdade as solicitações são mais brandas e por consequência a
aditivação f**a novamente fora do contexto funcional correto e o que se vê, por exemplo em te**es de
envelhecimento acelerado com mais horas de resistência do que se poderia querer em função da utilização
e função, atentando para que na formulação existe um valor ótimo para cada produto ou função orgânica
especif**a, não adiantando colocar a mais que o ótimo de aditivos proporcionalmente, e isso só se
consegue saber testando e caracterizando o material e produto em simulações artificiais ou naturais, bem
como te**es de calor e de resistência mecânica e fluência.
Aditivos, em geral, correspondem a cerca de 2% da formulação em um produto, porém, sua
correspondência em termos de custos varia grandemente em função do grade e do fabricante utilizado e
não raras as vezes correspondem a até 1/3 do custo da peça.
Por essa razão a necessidade de haver um critério de excelência e te**es na realização da especif**ação
da resistência às intempéries, à solidez da cor a luz e ao envelhecimento acelerado, bem como suas
propriedades mecânicas em baixas e altas temperaturas para peças plásticas, torna-se imprescindível
tanto do ponto de vista funcional como do ponto de vista econômico que aliado a sua condição ambiental
como VOC e toxicidade por exemplo, fazem o produto sustentável.

Workshop SPE Brasil - Conteúdo qualif**ado a baixo custo, reserve ja na sua agenda ==> 11 de maio de 2017 ! Troubleshoot...
25/04/2017

Workshop SPE Brasil - Conteúdo qualif**ado a baixo custo, reserve ja na sua agenda ==> 11 de maio de 2017 ! Troubleshooting em processos de injeção.

Ainda tem tempo, programe-se para agora dia 8 e 9 de novembro para a Brasiltec e Vinitec 2016 em São Paulo. Atualize-se ...
04/11/2016

Ainda tem tempo, programe-se para agora dia 8 e 9 de novembro para a Brasiltec e Vinitec 2016 em São Paulo. Atualize-se com com os assuntos da temática central, que será: “Transformação de materiais plásticos: O cenário atual da competitividade da indústria plástica de transformação no Brasil”.
Local: Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – IPEN
Rua Prof. Lineu Prestes, 2242 – Vl.Universitária – São Paulo – SP
Horário: 8:00 às 17:00 horas

BRASILTEC OU VINILTEC

Não sócios: R 300,00 Sócios*: R$ 250,00

BRASILTEC E VINITEC

Não sócios: R$ 500,00 Sócios*: R$ 400,00

Estudantes: Entrada franca

*Descontos para os sócios da SPE, INP,
Instituto do PVC, Plastivida, ABPol e Abiplast

Ligue para a Alessandra e reserve seu lugar:

Alessandra Carvalho – 011 2148 4779
e-mail: [email protected]

Marque na sua agenda de compromissos, 08 e 09 de novembro, Brasiltec e Viniltec, São Paulo - IPEN/USP
30/04/2016

Marque na sua agenda de compromissos, 08 e 09 de novembro, Brasiltec e Viniltec, São Paulo - IPEN/USP

Em novembro, Brasilte/Vinitec - 2016, São Paulo. Agende-se!
16/04/2016

Em novembro, Brasilte/Vinitec - 2016, São Paulo. Agende-se!

WORKSHOP SPE/INP - PLÁSTICOS DE ENGENHARIASão Paulo 24 de maio de 2016
15/04/2016

WORKSHOP SPE/INP - PLÁSTICOS DE ENGENHARIA
São Paulo 24 de maio de 2016

São Paulo - SP Data: 24 de maio de 2016 Local: Av. Chedid Jafet, 222 – Bloco C 4º Andar - Vila Olímpia - São Paulo - SP Inscrições e contato com Alessandra: fone: 011 2148 4779 e-mail:

03/03/2016

Plastics News Now

Lego is crediting 'Star Wars' with a surge in revenue and profit, Solar Impulse 2 is back in the air and Ikea is considering dropping PS as a packing material. For more on the vinyl sticker presidential candidates, visit Rhoda Miel's blog.

A Espectroscopia no Infravermelho - Seus conceitos básicos e como a ferramenta pode ser usada no dia a dia em avaliação ...
26/02/2016

A Espectroscopia no Infravermelho - Seus conceitos básicos e como a ferramenta pode ser usada no dia a dia em avaliação de problemas, homologações e identif**ação de materiais na indústria de transformação de polímeros.

Data: 16 de março de 2016
Local: Av. Chedid Jafet, 222 – Bloco C
4º Andar - Vila Olímpia - São Paulo - SP
Horário: 10 às 17 horas
Investimento: R$ 100,00

Inscrições e contato com Alessandra:
fone: 011 2148 4779
e-mail: [email protected]

Objetivo: A SPE Brasil quer com esse workshop, oferecer subsídio e apresentar os conceitos básicos da espectrometria no infravermelho, alem de discutir com os participantes a opção de uma técnica relativamente pouco usada na avaliação de problemas, análise de contaminação, homologações e identif**ação de materiais na indústria de transformação de polímeros e sua relação com sistemistas, montadoras de veículos, organizações não governamentais e na produção seriada em geral.

Palestrante: Fernando José Novaes, Sócio da Polilab Consultoria Empresarial, é Engenheiro Químico pela Escola de Engenharia de Lorena - USP, com Especialização em Polímeros pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. Sólida experiência em desenvolvimento de produto, treinamento e qualidade. Na Volkswagen do Brasil, foi Supervisor do Laboratório de Materiais e da Auditoria da Qualidade e na Engenharia do Produto, exerceu a responsabilidade de conceituar, especif**ar e homologar materiais poliméricos.

Endereço

Lorena, SP
12606000

Horário de Funcionamento

Sábado 09:00 - 17:00
Domingo 09:00 - 17:00

Telefone

+5511996888841

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