A Gabi gosta de organizar o ambiente e tem mania de limpeza. A Ana prefere organizar planilhas e a parte financeira. Somos opostos que se complementam de uma forma única, porque o objetivo que temos em comum é maior que qualquer diferença: transformar a vida das pessoas através da arquitetura. E é desse propósito que surgiu a HUMANIZE. Nos conhecemos em 2011, na UEM e desde então não desgrudamos m
ais. Desde o comecinho, quando nem sabíamos direito fazer uma planta baixa, compartilhávamos do mesmo sentimento: para nós a arquitetura não poderia ser apenas estética, técnica e funcionalidade. Tinha que haver um “porquê”. E assim, em 2016 surgiu a Humanize, com a ideia de trabalhar uma arquitetura mais humanizada, como foco no ser, no bem-estar. Em 2018, conhecemos a NeuroArquitetura e o Design Biofílico e foi amor a primeira vista. Foi quando todo o quebra-cabeça se encaixou e aquele sentimento que nos seguiu por toda graduação fez sentido: O ambiente é capaz de curar, de mudar comportamentos, de evocar sentimentos. Hoje projetamos com base nesses dois campos de estudo, que estudam como o espaço construído pode afetar o comportamento humano e saúde e bem-estar. Buscamos sempre criar ambientes que tragam identidade e pertencimento e que sejam fontes de saúde e bem-estar. Nosso propósito é difundir cada vez mais a ideia da arquitetura como artificio de saúde, mostrar que arquitetura não é só estética e funcionalidade. Que um espaço bem pensado é capaz de reduzir níveis de estresse, aumentar produtividade, induzir o sono ou reduzir e etc. Prazer, nós somos a Humanize Arquitetura.