Jmservresidenciais

Jmservresidenciais Serviços de manutenção preventiva , corretiva e novas instalações .

30/12/2017
03/12/2017

PORQUE OS CABOS DE CHUVEIRO DERRETEM ?
No caso do chuveiro, o que ocorre é que a corrente demandada para seu funcionamento é muito alta (normalmente em torno de 40A para uma instalação em 220V), inclusive é a mais alta de todos os equipamentos de uma residência. Caso o cabo que alimenta o chuveiro esteja sub dimensionado, o aquecimento será muito alto e provavelmente o primeiro lugar onde será percebido este aquecimento será na emenda entre o cabo e o chuveiro.
Para que não haja derretimento, é necessário ter uma instalação elétrica adequada, seguindo os padrões e critérios do projeto elétrico. O cabo deve ser bem dimensionado de acordo com a especificação da potência do chuveiro. O chuveiro deve estar ligado em um circuito próprio onde não haja mais nenhum eletrodoméstico ligado e o disjuntor corretamente dimensionado para evitar acidentes.
Com toda sua instalação bem dimensionada, o próximo ponto importante é realizar a emenda através de conector apropriado de cerâmica ou devidamente soldado . O conector múltiplo é uma conexão eficaz que mais se aproxima das características mecânicas originais do cabo, diminuindo o aquecimento a níveis toleráveis porem mesmo com o conector apropriado deve se efetuar a solda nas pontas de cada cabo a ser conectado .

03/12/2017

Quais são e para que servem as curvas dos disjuntores?


A instalação de disjuntor é uma questão de segurança, e por se tratar de questão de segurança deve ser levada muito a sério e nem sempre o que os eletricistas encontram nas instalações. Ainda pior do que uma instalação que tenha sido feita de qualquer maneira e que tenha disjuntores mal dimensionados são os ditos profissionais de elétrica que não sabem dimensionar novos disjuntores para uma troca e acabam agravando o problema.
Conhecer bem as caraterísticas de funcionamento dos componentes elétricos é um diferencial nos profissionais, qualquer eletricista conhece um disjuntor, mas poucos sabem como eles funcionam. Dimensionar um disjuntor e dimensiona-lo corretamente é muito mais delicado do que simplesmente saber qual a corrente do equipamento, circuito ou instalação ao qual se quer proteger, tem que saber exatamente qual tipo de carga será instalada.
Para cada tipo de carga foi estipulado uma curva de ruptura para o disjuntor e essas curvas foram separadas em categorias. A curva de ruptura do disjuntor é o tempo em que o disjuntor suporta uma corrente acima da corrente nominal por determinado tempo. Quando se tem uma equipamento muito delicado necessita-se que a interrupção do circuito quando a corrente passe o limite de funcionamento seja muito rápida, para que o equipamento não seja danificado, em compensação na partida de um motor por exemplo, para que este saia do estado de inércia e chegue a sua velocidade máxima uma grande corrente é necessária no instante da partida, ás vezes muitas vezes maior do que a corrente para que este mesmo motor esteja em velocidade plena, nestes casos o disjunto tem que suportar a corrente alta durante um período de tempo maior.
Além do período de tempo as curvas de rupturas estipulam o quanto maior essas correntes podem ser em relação as correntes nominais.
Curva B:
A curva de ruptura B para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 3 e 5 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 30A a 50A.
Os disjuntores curva B são usados onde se espera um curto circuito com baixa intensidade, normalmente cargas resistivas, em residencias nas tomadas de uso comum, onde a demanda de corrente de partida do equipamento é baixa.
Curva C:
A curva de ruptura C para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 5 e 10 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 50A a 100A.
Os disjuntores de curva C são usado onde se espera uma curto circuito de intensidade média e onde a demanda de corrente para partida de equipamentos é mediana, normalmente cargas indutivas, como motores, sistemas de comando e controle, circuitos de iluminação em geral e ligação de bobinas.
Curva D:
A curva de ruptura D para um disjuntor, estipula que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 10 e 20 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve operar quando sua corrente atingir entre 100A a 200A.
Os disjuntores de curva D são usado onde se espera uma curto circuito de intensidade alta e onde a corrente de partida é muito acentuada, sendo muito utilizados em grande motores e grandes transformadores.
Não existe contudo disjuntores de curva A, o motivo é para que o A da curva não seja confundido com o A de ampere, unidade de corrente elétrica.
Existem ainda disjuntores cuja a faixa ruptura da corrente pode ser selecionada dentro de uma faixa, por exemplo os disjuntores motores que possuem faixa se seletividade, como por exemplo 6 a 10 vezes a corrente nominal neste caso a faixa é selecionada de acordo com a necessidade o que possibilita uma flexibilidade na proteção de equipamentos, neste caso normalmente motores.
É importante que se conheça as curvas de rupturas para proporcionar a maior proteção possível tanto para os usuários de uma instalação quanto para os equipamentos instalados. Na dúvida sempre consulte os catálogos dos fabricantes para características próprias das marcas
Sobre o autor
Henrique Mattede é Professor de Eletrotécnica e entusiasta de tecnologia. Cria vídeos e artigos sobre elétrica na internet para levar conhecimento gratuito a quem o procura.

02/12/2017

Neste verão terá mais tempestades do que os anteriores
Segundo as pesquisas do Inpe, as chuvas estarão acima de média, dos últimos três anos, na região Sudeste.A região Sudeste do Brasil deverá registrar no verão de 2017 um número de tempestades severas formadas por altas descargas atmosféricas (raios), ventos fortes e chuvas intensas maior do que a média dos últimos três anos, alerta o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe), Osmar Pinto Júnior. A previsão é baseada em um algoritmo utilizado pelos pesquisadores do Inpe que, na ultima década, teve uma média de acerto de 80%, prevendo corretamente as condições climáticas em oito dos dez anos analisados. Mas, a exemplo de outras metodologias empregadas para fazer previsões de curto prazo de tempestades severas, o sistema ainda apresenta uma margem de erro relativamente alta, ressalva o pesquisador. “As abordagens utilizadas ate hoje para fazer previsões de tempestades severas, como dados de satélite, de rede e modelos meteorológicos, falharam. Como no Sudeste e, talvez, também em outras regiões do pais esses eventos severos estão ficando cada vez mais freqüentes, é preciso testar outras abordagens para prevê-los”, disse Osmar Pinto Junior.
Nos últimos três verões, a cidade de São Paulo teve, em média, 39 dias de tempestade. Uma pesquisa do grupo de eletricidade atmosférica do Inpe revela que, no próximo verão, os temporais vão ser mais frequentes na Região Sudeste.
“A nossa previsão é de que vai estar acima da média dos últimos três anos. E nós acreditamos que as chances de acerto são de 80%, ou seja, uma chance bastante boa”, Osmar Pinto Jr, pesquisador do Inpe.
Segundo o estudo, o aumento das tempestades é provocado pelo aquecimento do Oceano Atlântico e pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, fenômeno conhecido como La Niña. A combinação desses dois fatores influencia toda a circulação de ar no continente.
E junto com isso surgem eles “raios” fazendo o maior barulho e soltando fogo e consequentemente queimando os aparelhos elétricos.
Nesta época é que mais acontece acidentes dessa natureza devido estação do verão, instalações provisórias para festas, período de férias onde é propicio passeios em lugares vulneráveis em praias e campos expondo-se inocentemente aos perigos da natureza.
Neste período começa a instalações de lâmpadas decorativas para o Natal começa a enfeitar desde pés de rosa até pinheiros se perdendo nas alturas esquecendo que, as instalações elétricas externas são condutoras e com certeza estão sem a proteção devida. Com o intuito de prevenir acidentes envolvendo descargas elétricas os Órgãos Públicos de segurança alerta para os cuidados especiais para prevenção dessas e outras ocorrências.
Consulte um especialista em eletricidade para certificar se existe aterramento adequado para as instalações existentes

02/12/2017

Conheça os diferentes tipos de lâmpadas e qual economia oferece cada uma delas
Lâmpadas incandescentes deixarão de ser produzidas e vendidas

Desde o dia 30 de junho de 2013, lâmpadas incandescentes de uso geral com potências entre 61 e 100 watts, que não atendam a níveis mínimos de eficiência energética, deixaram de ser produzidas e importadas no Brasil. A restrição consta da portaria n° 1007, de 31 de dezembro de 2010, que visa a minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica e o impacto na demanda de ponta. Esse tipo de lâmpada deve ser substituído por lâmpadas fluorescentes compactas (LFCs), halógenas, ou mesmo as de LED.

No caso das lâmpadas de 60 watts, a data limite para fabricação e importação é 30 de junho de 2014 e a de comercialização se encerra em 30 de junho de 2015. A substituição desse modelo, usualmente adotado nas residências brasileiras, por uma unidade eficiente de 15 watts pode garantir durabilidade de até seis anos no uso da lâmpada.
Trocas de lâmpadas – Segundo a designer de interiores Cláudia Bergamasco, atualmente, cerca de 140 milhões de lâmpadas incandescentes com potências entre 61 e 100 watts são comercializadas por ano no Brasil. A Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) estima que 40% deste total são produzidas no Brasil, sendo o restante importado.
A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil está sendo feita de forma gradativa e de acordo com a potência das unidades. As mudanças começaram em 30 de junho de 2012, com as lâmpadas de potência igual ou superior a 150 watts. O processo de substituição deve se encerrar em junho de 2017, com a participação de unidades com potência inferior a 25 watts.
Economia – Estimativas do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) mostram que, se todas as lâmpadas incandescentes com potência entre 61 e 100 watts, utilizadas em residências, fossem substituídas simultaneamente por unidades fluorescentes compactas, a economia resultante seria de aproximadamente 2,2 bilhões de kWh por ano. Esse volume equivale ao consumo residencial de uma cidade como Recife (PE), em dois anos.
Já a substituição por equivalentes de LFC proporcionaria uma economia de 75% de energia. Enquanto as incandescentes com potências entre 61 e 100 watts duram cerca de 750 horas, uma LFC pode durar entre 6.000 e 8.000 horas.
Tipos de lâmpadas – Lâmpada incandescente – apresenta filamentos metálicos que emitem luz ao serem aquecidos. Trata-se da opção mais antiga e continua sendo adotada por causa de sua iluminação quente e amarelada, com reprodução de cor próxima à luz da Lâmpada halógena – evolução da incandescente, traz os filamentos dentro de outro compartimento de vidro preenchido com gás halógeno. Tem boa reprodução de cores e melhor durabilidade se comparada à incandescente – dura até 4.000 horas. Possui vários subtipos: dicróica, PAR, AR, palito. Com alto facho luminoso, é mais adotada para iluminação decorativa e de destaque.sol. Custa pouco, porém dura apenas 1.000 horas, aproximadamente.
Lâmpada halógena – evolução da incandescente, traz os filamentos dentro de outro compartimento de vidro preenchido com gás halógeno. Tem boa reprodução de cores e melhor durabilidade se comparada à incandescente – dura até 4.000 horas. Possui vários subtipos: dicróica, PAR, AR, palito. Com alto facho luminoso, é mais adotada para iluminação decorativa e de destaque.
Lâmpada dicróica – mais usada para criar uma luz geral, por ter um IRC (índice de reprodução de cor) alto, é ideal para destacar quadros, ser utilizada em bancada de banheiro e closet, pois as cores ficam puras e vivas.
Lâmpada AR70 – é lâmpada de foco que destaca objetos. Excelente para aparadores e mesa de centro. Por ter tonalidade mais quente, traz aconchego e dá ar dramático ao ambiente.
Lâmpada fluorescente – apresenta gases dentro do bulbo que, na presença de descarga elétrica, produzem luz. Normalmente utilizada em cozinha ou escritório, ganha a vez em projetos residenciais para iluminar sancas ou cortineiros, dando uma luz indireta e agradável para o ambiente. Considerada a mais econômica, tem vida útil de 7.000 a 24 mil horas. As versões compactas de última geração oferecem opções com luzes amareladas e, portanto, mais aconchegantes, desmistificando seu uso apenas em cozinhas e banheiros.
LED – sigla que, em português, significa Diodo Emissor de Luz, sua luminosidade vem da emissão de diodo e possui vida útil de até 25 mil horas. É considerada a lâmpada do futuro não só pela economia de energia como pelas inúmeras possibilidades de composição de cenário. Seu custo, porém, ainda é alto e a capacidade de emissão de luz, baixa. Mas é questão de tempo para esse valor reduzir, segundo especialistas, que destacam a rápida evolução dessa tecnologia.
Atualmente, aparece mais como iluminação de destaque e embutido em armários. Formatos disponíveis: fita, mangueira e lâmpadas de modelos diversos.
Fita de Led – muito utilizada para destacar e criar um charme na marcenaria ou até em sancas. Hoje já existe a fita de led em tom mais quente, ficando mais elegante e sofisticada. Segundo a arquiteta Nicole Gomes, os leds estão chegando com tudo e para ficar, cada vez mais potentes e amarelados e com consumo menor. “Hoje já podemos substituir a dicroica tranquilamente por um led que atenda à mesma especificação. Existem variações nas cores, brilho, potência e podem ser utilizadas em ambientes internos ou externos”, explica.
As fitas de LED proporcionam um ambiente de iluminação agradável, com eficiência de até 80% a mais que as lâmpadas incandescentes, o que resulta em economia e redução drástica na emissão de carbono na atmosfera. Além disso, não emitem radiação UV (ultravioleta) ou IR (infravermelho).

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Montagem de quadros elétricos DENTRO DAS NORMAS NBR
01/12/2017

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