31/05/2026
1976, o ano em que a Procon nasceu. Mas essa história é sobre muito mais que um ano.
É sobre as decisões que você toma quando está começando. Quando você sai da faculdade e tem que escolher entre o seguro e o incerto. Eu escolhi o incerto. Entrei na JC Ribeiro, uma empresa privada. E foi a melhor escolha.
Fui bem. Muito bem. Tanto que no terceiro ano já era diretor. Parecia que tinha tudo. Mas então o titular faleceu. E de repente, eu estava na presidência. E foi nesse momento que surgiu a ideia: criar a Procon. Com 13 sócios que vieram comigo, a gente fundou a empresa.
Mas não era hora de ficar confortável. Surgiu uma oportunidade na Nigéria. Uma feira internacional. Eu, sendo o mais jovem, fui escolhido. Deixei tudo. Fui para a África. Um ano e meio construindo estradas, aprendendo, crescendo.
Quando voltei, a Procon existia, mas não estava bem. Os diretores que tínhamos colocado não tinham conseguido. A empresa precisava de alguém. E esse alguém era eu.
Mas com uma condição: eu assumo sozinho. Sem dividir. E foi assim que começou de verdade. Do zero. Com ninguém lá dentro. Apenas uma visão e a disposição de fazer acontecer.
Cinquenta anos depois, a Procon está aqui. Porque começou com alguém disposto a deixar a zona de conforto, a tomar decisões difíceis e a começar do zero quando necessário.