28/09/2014
GINKGO BILOBA, de origem chinesa, é uma árvore considerada um fóssil vivo. É símbolo de paz e longevidade, por ter sobrevivido às explosões atômicas no Japão.
Foi descrita pela primeira vez pelo médico alemão Engelbert Kaempfer, por volta de 1690, mas só despertou o interesse de pesquisadores após a Segunda Guerra Mundial, quando perceberam que a planta tinha sobrevivido à radiação em Hiroshima, brotando no solo da cidade devastada. Suas folhas têm sido frequentemente usadas no combate aos radicais livres e como auxiliar da oxigenação cerebral.
USO MEDICINAL:
Indicado para problemas circulatórios e declínios das funções mentais, esse fitoterápico já era usado pelos chineses há milhares de anos. Chamada pelos japoneses pelo nome Yin- Kuo, que significa fruto de prata, é considerado sagrado pelos budistas, sendo as suas árvores plantadas nas entradas de todos os templos.
Extrato da folha do Ginkgo biloba é o phytomedicine o mais extensamente receitado por milhares de médicos na Europa, onde é usado para tratar os sintomas da doença de Alzheimer, demência vascular, da claudicação periférica, aumentando a potência sexual além de curar algumas espécies de zumbidos no ouvido.
É também um dos 10 medicamentos naturais mais vendidos nos Estados Unidos, onde é classificado como um suplemento dietético.
O extrato de Ginkgo é usado na Europa e Estados Unidos para problemas circulatórios e declínios das funções mentais. Sua utilização facilita o fluxo sanguíneo no cérebro, recupera a memória rapidamente e a função mental. Regulam batimentos cardíacos, melhora a ereção em homens e evita dores nas pernas. O extrato é útil também para tonturas, tinidos e zumbidos do ouvido e enxaqueca. Pode ajudar porque ele inibe a ação de uma substância conhecida como platelet-activating factor que contribui para evitar a enxaqueca.
Dois estudos franceses confirmaram que o uso de Ginkgo biloba ajudou a tratar 80% das pessoas com enxaquecas.
Os elementos glicosídeos da flavona (substâncias orgânicas responsáveis pelas propriedades antioxidantes e anticoagulantes da planta) e 6% de lactonas terpênicas (basicamente substâncias químicas denominadas gingcolídeos e bilobalídeos) melhoram o fluxo sanguíneo e são consideradas protetoras dos neurônios).