03/08/2023
Deus pai deus mãe !
Desde logo, a essa Mulher há que vê-la, não com uma estrutura de carne e osso, senão com uma estrutura que tem Cinco características próprias da Mulher.
PRIMEIRO: o Primeiro aspecto da Mulher é: “O AMOR”.
O amor é a primeira característica que a Mulher tem, porque seu divino esposo lhe dava a semente fecundada dentro de seu ventre; porém, ele não era quem dava a característica do que ia ser; isso é feito pela mulher. Estamos falando da Mulher primogênita, aquela que ainda é, porque há delegado para a espécie humana, uma Mulher de carne e osso.
Essas criações vinham fecundadas pelo amor, qualidade que existe ainda na espécie animal, porque se vemos a um animalzinho como um passarinho, um crocodilo, um jumento, elas são capazes de dar a vida por seus filhos. Em nenhum momento vemos que um animal fêmea abandona a suas crias para atender outros afazeres que nada tem a ver com a missão que cumpre como mãe, ou vimos que uma égua se vai a um baile ou vai onde há muitas éguas e deixa morrer de fome ao potro; já viram uma galinha sair correndo quando vê chegar um gavião e abandonar a seus pintos? Já viram uma cadela enamorar-se de outro cachorro, e ir-se com ele e deixa a seus cachorros sem dar-lhes de mamar, até quando já não esteja cumprida sua missão de criá-los?
Esta sociedade nos ensina como uma mãe que acaba de parir um filho, tem que deixá-lo em uma creche ou deixá-lo com outra mulher, porque ela diz que tem que cumprir com as obrigações que lhe impõe a sociedade. Então, a quem deixa a formação desse filho? Por acaso a mulher que vai seguir atendendo a criança na creche, pode alimentar-lhe com o amor que ela lhe deu no ventre quando estava gestando? Não percebem que na creche vão dar outro amor diferente ao que lhe deu sua mãe quando estava no ventre? Ninguém mais pode fazê-lo como a mãe.
SEGUNDO. Outra característica da Mulher.: “Os instintos”.
Desgraçadamente, nós herdamos um pecado que vem nos genes, no aspecto genético. O instinto de conservação, o instinto de uma formação cristã, o dá a Mulher- Mãe (se os tem) e os dá durante os nove meses da gestação. Em nenhum momento, a Natureza como Mãe-espiritual, pode dar esses instintos a criança, se não é a Mulher. Ninguém pode dá-los. Contudo, f**am embrionários pelo aspecto genético, instintos retornáveis que vem com características de legião, que deve hospedar depois; porém, se durante esses nove meses de gestação, a mulher tivesse a precaução de não ver cenas dramáticas, de guerras, de divergências, de brigas e de raivas, a nenhuma criança se danif**aria “a Flor de Loto” que traz na Glândula Pineal que o caracterizará como um Sábio. Todo desequilíbrio emocional que tem a mulher durante a gestação, danif**a os centros magnéticos do filho, onde devem expressasse os Sete Princípios Divinos, que mais tarde terão que integrasse com seu nascimento interno.
TERCEIRO. O Terceiro aspecto da Mulher é: “A responsabilidade”.
O Dom da Responsabilidade como instinto, o dá a mãe quando a criança está no ventre. A criança nasce e enquanto está nos dias ou em seus anos de crescimento, se torna louca, corre, vai e vem e tudo isso; porém, esse instinto f**a e quando chega a maturidade, afloram essas virtudes que engendrou nele sua mãe quando o levava no ventre e virão a privar sobre essa pessoa, que irá cumprir uma missão na Terra.
QUARTO. O Quarto aspecto da Mulher, como Mãe: “O Talento”.
O talento é algo que dá firmeza, que dá equilíbrio a criança. O talento é outra herança da mãe. O talento é recebido pela criança quando está no ventre materno. Estamos falando um pouquinho disto para remontarmos atrás novamente. Esta característica se dá em mulheres equilibradas; estou me referindo a mulheres equilibradas; desgraçadamente, esta sociedade podre danificou a mulher.
QUINTO. O Quinto aspecto que a Mulher como Mãe outorga a criança no ventre, é: “A Fidelidade”.
A Fidelidade é outra característica que a mãe dá ao filho desde seu ventre.
Estes cinco aspectos que a Mulher tem como Mãe, os tem a Bendita Mãe Natureza. Se vocês observam essas características, as deu a Mãe Natureza a Mulher depois de haver criado: a Terra, a Água, o Ar, o Fogo; e a terra iniciou a produzir as plantas e toda classe de animais. Depois de haver cumprido essa missão, a Mãe Natureza se submergiu, se submergiu e para isso então, ela era vista; a viam os animais, a viam as plantas, os elementais, falavam e brincavam com ela, porque ali estava ela.
Logo, Deus formou o homem. Por que o formou? De onde o formou? Esse homem já estava formado em outros planetas de nosso Sistema ou de outras Plêiades Vieram, e com isto quero dizer, que todos temos uma origem paterna de outros Planetas, todos. Dentro desse homem primogênito se submergiu a Mulher como Natureza. A Natureza se submergiu dentro desse homem, f**ando como o Hermafrodita que conhecemos dentro da história; porém, essa Mulher foi a que se integrou com ele e depois de ser conhecido dentro das raças, veio nela (novamente) a necessidade de desprender-se desse homem, com um corpo de carne e osso, que se chamou: “Mulher”.
Antes disso, a Mulher havia submergido nesse homem o qual teve que passar por um processo similar em outros planetas, não no nosso. O homem teve o poder de reproduzir-se como ensina o Mestre Samael, porque essa mulher havia submergido nele, para posteriormente submergir-se nela e pari-lo como um filho.
Depois que a Mulher se submergiu dentro desse homem, passaram praticamente duas raças onde não havia alegria porque a felicidade era Nirvânica ou Paranirvânica; a mesma que existia no coração desse homem que estava desposado com ela e compartilhava com ela internamente; porém essa alegria, não tinha uma expressão tridimensional.
Depois que passou o tempo da Raça Polar e da Raça Hiperbórea, veio à separação dos sexos na raça Lemur; então, apareceu no homem a alegria de ver a esse ser que anteriormente tinha submergido dentro dele; ele não o conhecia, porém ela sim o conhecia, porque o conheceu primeiro.
Ele a pressentia porque a sentia mover-se dentro dele. Essa felicidade que esse homem sentia era a felicidade de Deus-Mãe, porque Deus-Mãe era a Mulher que existia nele; anteriormente ela havia criado esses elementos ou essas criaturas que o homem já tinha em suas mãos e dirigia como Rei. Ela as tinha parido por obra e graça do Sacratíssimo Espírito Santo, havia sido fecundada por uma força superior.
Ali viveu esse homem até quando teve a experiência de ter a sua companheira de carne e osso, a qual é a mesma que anteriormente apareceu como a Terra, como a Água. Os Elementos Ar e Fogo serviram para fecundar aos elementos Terra e Água, cumprindo um desiderato Divino. O Sacratíssimo Espírito Santo através dos elementos Ar e Fogo, cumpriu o papel de macho e a Natureza cumpriu o papel de Mãe, de fêmea, através dos Elementos Terra e água, dando assim cumprimento a desideratos Divinos.