07/01/2019
3D ou BIM⁉️
O 3D foi a evolução natural do desenho de projeto, mas qual a diferença entre o 3D e o BIM? Um objeto modelado em 3D ou “objeto volumétrico” muitas vezes era apenas uma representação do modelo real, uma ferramenta de visualização.
Com a aplicação da tecnologia BIM, esse modelo 3D passa a ter diversos “objetos paramétricos” com a adição das informações que o BIM proporciona. Ou seja, cada objeto modelado passa a aceitar parâmetros e informações que agregam ao trabalho de outros profissionais que não sejam apenas os projetistas.
Não se trata de facilitar apenas dados como dimensões de paredes e localização de canos hidráulicos e tubos de gás, mas também informações relacionadas a tipos e quantidade de insumos e mão de obra utilizados, por exemplo.
Isso quer dizer que, ao se modelar uma parede usando o BIM, é possível especificar parâmetros não apenas de espessura, comprimento e altura, mas também, por exemplo, o material do qual será feita a parede, fabricantes de materiais, custos, propriedades térmicas e acústicas, custos envolvidos, dentre outras possibilidades. Desta forma, vários profissionais (arquitetos, engenheiros, orçamentistas, compradores, etc) podem acessar e editar várias informações ao mesmo tempo, economizando tempo e evitando erros de comunicação que se traduzem em desperdício e atraso nas obras.
Costuma-se dizer no segmento de construção civil que quanto mais próximo da realidade o planejamento da obra estiver, maiores são as chances de sucesso do empreendimento no futuro. As tecnologias que utilizam BIM estão sintonizadas com essa realidade e criaram recursos para que a visualização prévia das edificações fique ainda mais apurada, permitindo planejamentos ainda mais precisos.
A automação dos processos ajuda bastante na economia de tempo e na redução dos custos. Confira outros benefícios que o BIM pode levar à sua construtora:
1. O projeto pode ser compreendido, revisado e visualizado mais facilmente, o que ajuda a garantir mais precisão e avaliar alternativas para otimizar recursos e processos;
2. Cumprimento das datas estipuladas no cronograma de obra;
3. Oportunidade de testar soluções previamente;
4. Comunicação mais eficiente entre os participantes do projeto e fluência no compartilhamento de informações.