16/07/2025
Esse número representa cerca de 8,4% da população – e ele não para de crescer quando consideramos o envelhecimento da população e as limitações temporárias causadas por acidentes ou doenças.
Mesmo assim, ainda é comum encontrarmos calçadas irregulares, escadas sem alternativa acessível, rampas com inclinação inadequada e edifícios que simplesmente ignoram o direito de ir e vir com autonomia.
A acessibilidade não é um favor, é um direito.
E nos centros urbanos, ela precisa ser pensada desde o projeto até a execução – seja em espaços públicos, privados, residenciais ou comerciais.
Aqui no PIMENTA, acreditamos que uma cidade acessível é uma cidade que respeita todos os corpos.
E é com esse compromisso que atuamos: transformando espaços em lugares mais justos, funcionais e humanos.
📐 Arquitetura com propósito.
♿ Inclusão na prática.