01/05/2026
A cor que alerta, que sacode, que nos chama para a consciência.
Amarelo que não é suave — é intenso, urgente, vivo.
A cor que marca o Maio Amarelo, mês dedicado à segurança no trânsito, lembrando que cada escolha ao volante pode proteger ou ferir vidas.
Mas maio não fala só de trânsito.
Ele fala de corpos que pedem cuidado, de diagnósticos que salvam, de doenças que precisam ser vistas.
É um mês repleto de conscientizações em saúde — da fibromialgia ao lúpus, da doença celíaca à hipertensão, da saúde mental à saúde da mulher.
Um mês que insiste para que a gente preste mais atenção ao que, tantas vezes, passa despercebido.
E é também em maio que celebramos o Dia das Mães, data que carrega na pele e na memória o amor que sustenta, que protege, que orienta.
Um dia que nos lembra da força de quem cuida, de quem ensina e de quem segue ao nosso lado mesmo quando o caminho é difícil.
Maio é assim:
um mês de alertas, de encontros com a realidade, de afetos que moldam quem somos.
Um mês que ilumina o essencial — a vida, os vínculos, o cuidado.
Que o amarelo deste mês não seja apenas um aviso,
mas um convite para viver com mais responsabilidade, mais presença e mais humanidade.