10/04/2026
• NÃO QUERÍAMOS UM QUARTO PINTEREST •.: então a gente colocou a mão na massa.
A ideia nunca foi ter um quarto “perfeito”.
Era ter um quarto com história.
1. Pintamos a nossa cachorra carregando margaridas no trocador da Lina e os pezinhos pintamos de listrado, claro. Porque vocês sabem: minha obsessão por listras não é modinha.
2. A régua de crescimento virou um desenho na parede: uma escadinha que leva a uma casinha com balões.
A casinha, em cerâmica, inspirada nas de Paraty.
Os balões? Trouxemos de viagem, já imaginando esse momento, antes mesmo dele existir.
3. O papel de parede também ganhou intervenção.
Pintamos o teto e uma faixa em amarelo, e os limões que sobraram viraram composição — um a um, colados ali, criando continuidade.
4. Escolhemos um berço com presença, mas com leveza.
Colocamos laços com estampas “nataLINAS” para dar uma graça e o móbile conversa com tudo isso — mais neutro, do jeitinho que o pai queria.
5. E a mini porta da Fada do Dente…não tinha como não me apaixonar. Por dentro, pintamos a Lina adulta, de férias, relaxando — um lembrete silencioso de que a vida também precisa ser leve.
No fim, nem sempre é sobre estética.
É sobre entrar no quarto e se reconhecer em cada detalhe.
E talvez seja isso que faz uma casa querer ser desbravada, sempre será sobre as peculiaridades dos seus donos.
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