Neilton Dórea, Arquitetura, Urbanismo e Consultoria Ltda.

Neilton Dórea, Arquitetura, Urbanismo e Consultoria Ltda. Neilton Dórea nasceu em Salvador, Bahia, em 18 de janeiro de 1950, diplomado em 1974 pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia.

Neilton Dórea (Salvador) Arquiteto e urbanista pela Universidade Federal da Bahia –UFBA (1974). É Professor Adjunto 4 da Faculdade de Arquitetura da UFBA . Sendo Doutorando, na mesma . É autor de mais de 800 projetos, dos quais mais de 50 foram publicados em revistas técnicas ou especializados, no Brasil e no exterior. Proferiu diversas palestras em cursos, congressos e eventos sobre arquitetura.

Foi diretor em várias gestões do Departamento da Bahia do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-BA), já sendo anteriormente vice por quatro mandatos. Sendo atualmente do Conselho Superior do IAB .Foi Conselheiro Suplente Federal do CAU. Foi Vice presidente e é o atual Presidente do CAU Ba. É o titular do escritório Neilton Dórea Arquitetura e Urbanismo Eireli.

... é o bastante , só ver e analisar ...
26/08/2024

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Roteiro de projetos de Paulo Mendes da Rocha em São Paulo.

Sempre bom ….
18/06/2022

Sempre bom ….

Roteiro de projetos de Paulo Mendes da Rocha em São Paulo.

12/05/2022

25 Espécies de árvore que você pode plantar sem receio de destruir sua calçada.

12/05/2017

ESTA SEMANA, DIRIGINDO POR SALVADOR OLHAVA E PENSAVA : "...É POR MAIS QUE TENTEM, E COMO TENTAM, VOCÊ CONTINUA LINDA, CHARMOSA, ENEBRIANTE E COM ÂNGULOS / LOCAIS DE TIRAR O FOLEGO, MESMO DEPOIS DE PASSAR UMA CACETADA DE VEZES PELOS OS MESMOS ..." . E CONTINUEI MEU CAMINHO...
HOJE, 29 DE MARÇO ( DATA NÃO TOTALMENTE CERTA ,MAS ACEITA...) VOCÊ PERMANECE INERTE E EXPOSTA A INSANIDADE DOS QUE DEVERIAM CUIDAR DE VOCÊ, DOS QUE DIZEM PLANEJAR MAS A ENTREGAM AOS VIS MERCADORES, QUE RISCAM , RETALHAM, RASGAM E MODIFICAM SUAS CURVAS,SUAS ÁGUAS,SEUS ARES...MAS VOCÊ É TÃO MARCANTE,TÃO DIFERENTE E ESTRUTURALMENTE TÃO FORTE, QUE SUA PERSONALIDADE RESISTE APESAR DAS FERIDAS E DOS SOFRIMENTOS, CONSEGUE, AINDA, ACALENTAR, ABRIGAR E OFERECER A CADA QUEBRADA DE DIREÇÃO SURPRESAS DIVERSAS, PLASTICIDADE SEM LIMITE E MUITA ESPERANÇA PARA QUE ENXERGUEM E CORRIJAM AS SACANAGENS E AGRESSÕES ( DERRUBARIA QUALQUER, QUE NÃO É SEU CASO ) QUE FIZERAM A VOCÊ.
SALVADOR TE AMO. EU E, TENHA CERTEZA, A GRANDE MAIORIA DOS QUE VOCÊ PARIU...

12/05/2017

MOBILIDADE: É A FACILIDADE DE DESLOCAÇÃO PARA OUTRO LOCAL.
CIDADE: (Ou URBE) aglomerado humano com diversas atividades socioeconômicas variando na sua extensão física, sendo, e tendo, contudo uma entidade político-administrativa.

Dependendo das dimensões da cidade, seu processo de articulação dos seus habitantes com as suas necessidades laborais, de habitar e lazer, terão reflexos impactantes na sua qualidade de vida. Quanto maior a escala física da cidade, maior a necessidade de um planejamento abrangente, contínuo e multidisciplinar. Algo que não temos em Salvador. Cidade esta, nem diria pensada, mas executada (literalmente nos diversos sentidos) física e pontualmente, longe das necessidades dos seus habitantes. Decidida em salas, longe de discussões democráticas e pensares experientes. A mobilidade, ou o circular pela cidade, tem no seu mais primitivo procedimento: O andar. Sendo este usado para pequenos deslocamentos próximos, equacionando os diversos afazeres diários. Quando as distâncias se ampliam, diversos meios de deslocamentos são implementados. Tendo estes como transporte público, os ônibus e os trens urbanos (METRÔ). Em se falando de transporte público, que é o importante, apesar do veículo individual ainda continuar sendo o prioritário nos investimentos das cidades como Salvador que não desenvolveram uma abordagem de qualidade de vida para a sua população em geral, continuando a investir para os privilegiados econômica e socialmente, que conseguem acessos facilitados e direcionar com os gestores os investimentos para manter seus privilégios. Sejam quais forem.

Temos atualmente, em Salvador, a oportunidade de investimentos nos diversos meios de mobilidades, que poderiam transformar totalmente esta cidade, em uma cidade contemporânea. Todavia, simplesmente estamos vendo projetos diversos sendo implementados, sem terem a mínima conexão, inter-relação, ou quiçá discussão entre as partes implementadoras. Não está havendo o mínimo planejamento e entendimento entre os governos Estadual e Municipal. Salvador está tendo a implantação de um Metrô (bastante adiantado), de um projeto de VLT e vias que cortam a cidade em diversos locais, pelo governo do estado. Como também um BRT tobogã e diversas alterações na malha urbana pela prefeitura municipal. Projetos estes que caminham independentes, como assim fosse a cidade. Duas cidades diferentes: A do Governador e a do Prefeito. Ambos, simplesmente usando a cidade, e seus investimentos, como projetos políticos pessoais. Disputas de placas e paternidades em detrimento dos filhos desta. Qualquer pessoa com o mínimo discernimento, entende que os diversos meios de deslocamentos se completam. Cada um tem uma capacidade diferente de deslocamento humano, espacial e temporal. Haveria de ter planejamento e integração entre eles (estado e município), para uma perfeita fluidez, bem estar social e humano desta cidade da Bahia, como Salvador também é carinhosamente designada. O fazer a cidade funcionar beneficiando seus habitantes. Trazendo qualidade de vida ao gerar e conduzir o deslocamento necessário da sua população em menor tempo e com menores distancias. São projetos gestados em total obscurantismo. Nada de abrir as soluções antecipadamente, ao menos levando ao conhecimento dos interessados e usuários. Discutir? Nem pensar. Só o pacote pronto e fechado entre empreiteiro e gestores. Enquanto estes gestores entenderem que são mandantes onipotentes, não simples ocupantes de cargos, que foram eleitos por tempo determinado, e que devem se reportar não só aos seus eleitores, ou não, as suas metas e compromissos eleitorais, todavia mantendo estas como seu comprometimento com a população, não só com certos segmentos sociais, que indireta e de maneira escusa se relacionam, e se auto alimentam.

São projetos que impactam de modo trágico na imagem e no espaço da cidade, vendo o imediatismo e sendo qualificativamente de custos baixos, não o melhor investimento com a melhor manutenção, com prazo ampliados de qualidade de uso e amortização. Cidade dividida, política e fisicamente, tendo até um trem a rasgar seu tecido, desqualificando-a nas suas interligações física. Cidade sem preocupações estéticas e funcionais dos seus equipamentos urbanos, deveria sim com estes requalificar o viver dos seus habitantes. É só a construção e a conquista de uma cidade medida pela mediocridade dos seus gestores, pensando em soluções inadequadas para cumprir colocações de placas, inaugurações e prazos políticos. Nada de uma cidade planejada com continuidade projetual por diversas gestões. Cidade com prazo… infelizmente, já vencido. Continuando a ser a cidade de Gregório de Matos…TRISTE BAHIA…

Neilton Dórea – Vice Presidente do IAB-BA

Estação Metroviária de Brotas e do Acesso NorteArquiteto: Neilton DóreaAno: 1998Por Neilton DóreaOs projetos arquitetôni...
12/05/2017

Estação Metroviária de Brotas e do Acesso Norte

Arquiteto: Neilton Dórea

Ano: 1998

Por Neilton Dórea

Os projetos arquitetônicos de estações metroviárias têm especificidades fortes, por estarem atreladas a tecnologias, fluxos, seguranças e as dimensões previstas para os espaços e os equipamentos a serem usados (tipos de trens, fabricantes e a carga – quantidade de passageiros que conduzirá). São dados extremamente técnicos que por si só, já definem a forma (longitudinal) e a dimensão projetual. Mas não é um projeto isolado da cidade e do local. Ele é consequência (deveria ser) de diversos estudos de localização adequada, fluxos viários de acesso dos diferentes modelos de mobilidade e, principalmente, dos usuários pedestres. Não pode ser uma ilha isolada. Ao fazer estas estações acima, discuti muito com os contratantes, na época, ao não ver um pensar abrangente do elemento arquitetônico (a estação) com o resto do local e da cidade. Contestei, e me mandaram um bilhete que eu estava sendo contratado para fazer só as estações mencionadas. Ponto final.

Fiz as estações, e quase vinte anos depois, os problemas que eu levantei, não foram equacionados, ou estão sendo de modo sem pensar o conjunto total, sendo este esteticamente, tão desastroso…

Para Salvador as estações devem, e deveriam ser, simples praças cobertas com luz e ventilação natural em abundância, como a da cidade sugere e impõe. Ser um fluir informal e espontâneo, como a continuidade da rua, do bairro e da cidade. Assim elas foram pensadas em cima de estudos de localizações já sedimentados e decididos, em uma licitação anterior. Queria que os passageiros tivessem um domínio total das visuais internamente, e que a cidade invadisse, literalmente, com seu imagético o espaço das mesmas.

A transparência foi a busca. A integração, com proteção, entre os espaços internos e externos foram perseguidos, todavia deixando as condições desconfortáveis (sol inclemente, a chuva e etc.) restritas ao lado de fora. No de dentro, o acolhimento, as proteções buscadas e conquistadas pelas edificações propostas. A luz se diluindo pelas laterais, complementadas pelo o rasgo transparente no topo da cobertura, que recebeu cores fortes e marcantes, como propõe a luz de Salvador, pontuando-as e as identificando na paisagem urbana.

Internamente, os fluxos isolados em níveis diferenciados intuem a fluidez e conforto tão necessário, para o bom funcionamento deste tipo de equipamento de uso público, no qual o rápido circular é vital para segurança, continuidade e renovação constante dos usuários ao chegar de cada composição transportadora. Piso em granito levigado, resistente e seguro para não sucumbir ao esforço mecânico tão constante e castigante do material. A estrutura aérea que suporta a cobertura, com proteção termo acústica, é simples.

Com um vão generoso, e apoiada em treliças metálicas corridas nas laterais. Não existem elementos de vedação no perímetro total, sendo esta intencional para a ventilação cortar o espaço em todos os sentidos. Foram sim, pensados avanços e balanços generosos, além dos limites do piso como salvaguarda das chuvas. Enfim, as visuais do espaço urbano penetram e atravessam a edificação, assim como os usuários desfrutam das visuais e do movimento frenético da cidade sem barreiras visuais, a não ser as extremamente necessárias para o bom funcionar do equipamento.

Quanto ao desenvolver deste tão necessário e importante meio de transporte urbano com suas edificações, os trilhos não deveriam rasgar o tecido urbano isolando e criando duas cidades. Nem criar estruturas aéreas dilacerando a imagem da cidade, da sua realidade topográfica. Haveria de ser uma arquitetura integradora e continuada. Mas, para isto o planejamento projetual deveria ser pensado inteligentemente, não açodadamente para cumprir prazo de governo e de inauguração com paternidade.

12/05/2017

A Cidade da Bahia, preservação da sua história com preservação da imagem da cidade e dos seus cidadãos, uou simplesmente: não deixar cair, nem matar quem está morando ao lado ou ao passar próximo...

História faz parte, sendo diretamente ligada a cultura de uma sociedade. É uma sedimentação impositiva de diversos fatos, eventos e procedimentos ocorridos no tempo. A imagem de uma cidade é contada em cada quebrada de esquina, ou a cada espaço de uma praça “explodida” na malha urbana, demonstrando como a história desta cidade foi construída Como e por quem. Detalhes mínimos revelam cuidados, ou descuidos, com esta história. O preservar sua topografia, sua malha urbana e as diversas edificações dos diversos anos é deixar, é contar e imprimir uma personalidade única, que dignifica seus habitantes, e atraindo visitantes, em busca de se impregnar com o diferenciado, o inusitado e a plasticidade diversificada. É a busca da surpresa que atrai, não o mesmo de sempre. É a informação advindo da pesquisa e da reflexão constante, não a estagnação. Preservar não é parar no tempo e no espaço, mas sim avançar por deixar as marcas de cultura no sentido mais amplo, ao deixar transparecer a economia, o cotidiano, a gastronomia e com os procedimentos sociais, que esta invenção humana chamada de CIDADE apresenta nos seus mais diversos aspectos, seja qual for a sua escala, ela terá sua marca e personalidade, desde quando os seus habitantes, e principalmente seus gestores a entenda e respeite suas características evolutivas e construtivas de seus diversos períodos. Há de se ter uma visão ampla com uma metalinguagem do conhecimento universal exatamente para fortalecer o “locus”. Mas, infelizmente não é o que estamos vendo em nossa cidade da Bahia. Parece haver uma decisão, um complô entre os gestores, vereadores, empresários e alguns arquitetos para desqualificar e destruir o imagético paisagístico e arquitetônico desta cidade tropical, também abençoada por Deuses ( todos mesmos, todos...) e pela natureza ( copiando o poeta Benjor ). Parece haver um cronograma com meta destrutiva, implantado a partir da década de sessenta, com um intuito de uma desfiguração total em busca de uma linguagem de imagem alienígena, de gosto e personalidade bastante discutível. E num sentido inverso, ao importar soluções e situações urbanísticas com expressões técnicas e plásticas que não estão sendo coerentes com as buscas constantes de visuais mais amplas e mais humanas, nas quais o homem é o valorizado. Para o qual os investimentos são direcionados, buscando o bem estar, o conforto e a segurança como reflexo de uma boa formação e educação. Não a segurança militarizada que não resolve, e cada dia mais tem que ser ampliada por não equacionar e nem resolver um problema de base. O circular por nossa Cidade da Bahia, nos impacta ao vermos a nossa história e cultura cada vez mais desprezada e vilipendiada por quem deveria cuidar e preservá-la. Não há um saber que investir em preservar, dará um retorno social e econômico, além de garantir o emocional dos seus habitantes ao saber, e ver, que o ambiente não está degradado. É dar um estímulo e garantir a continuação e manutenção por seus habitantes dos espaços e das edificações. É uma questão de auto estima. Investimentos menores e pontuais, com certeza, se forem bem planejados com prazos e continuidade administrativa, trarão melhores resultados no dia a dia, e no viver dos cidadão. A acupuntura urbana tão defendida e feita com sucesso, e copiada mundialmente, por Jaime Lerner. A transparência e o diálogo nos projetos e nos investimentos é reflexo de uma gestão democrática, direcionada para cidade e seus cidadãos. Todavia temos uma constante de atitudes tecnocratas incompetentes, nas quais propõe-se um plano global (o tal Salvador 500) para ser detalhado posteriormente, é apresentado com estardalhaço, e, simplesmente, deixam-no estagnado e partem para o detalhamento que interessa aos grupos empresariais ( PDDU, LOUS e Código de Obras, este último seria o mais importante para eles ), do retalhamento da malha urbana e a ampliação espacial maximizada, para atender interesses comerciais e financeiros destes empresários .investidores e mantenedores de campanhas políticas, as quais não envolvem os cidadão , nem tão pouco a cidade, e a qualidade de vida de ambos.
O deixar desmoronar a história da cidade, tornando-a desfigurada e desqualificada plástica, humana e socialmente, É algo que qualquer cidadão consciente busca entender esta atitude de tão grande falta de sensibilidade, ou simplesmente começa a se perguntar se isto não faz parte de um projeto maior, de grupos interessados, e aliados dos gestores (Prefeitura, Câmara, Ipac, Iphan e outros), em processos de gentrificações de áreas, possivelmente, promissoras? E quando este “desleixo” passa a custar vidas de cidadãos, como tem ocorrido, e como ocorreu na Ladeira da Soledade. Quem vai ser responsabilizado? A culpa, com certeza, foi de quem morreu por acreditar que teria garantida a vida, mesmo sendo vizinho de um casarão escorado, com a mais “alta tecnologia” de escoramento, feito há alguns anos, e sem a mínima programação de acompanhamento e fiscalização deste, pelos órgãos (in)competentes. E como aceitar, e entender, a tal mídia que se apressa em entrevistar, ao vivo, uma sobrevivente e mostrar imagens do antes e do depois, com a devida competência tecnológica, todavia não vai perguntar diretamente, também ao vivo, aos responsáveis o motivo de tanto descaso e desleixo. E o “desvio” de verbas monumentais para festas de Ano e carnavais em locais que necessitam de investimento, até para qualificar estas festas. É hora de cobranças mais incisivas, urgindo cobranças das respostas de modo amplo, claro e respeitando a cidade e seus cidadãos.
E aí , Exmo Sr. Prefeito e Sr. Governador? E aí, Senhores Secretários? E aí, srs. gestores do IPAC e Iphan? E aí, Ministério Público?

12/05/2017

...estava assistindo CASAS BRASILEIRAS, no GNT, e uma casa maravilhosa, uma total integração com a paisagem natural e projetada, plasticidade marcante com a proposta espacial bem fluída, e fechando, com Interiores extremamente bem idealizados, com os móveis necessários e de design , na maioria , brasileiro. A garagem para mais de dez veículos, tendo um Porsche 911 Carrera ( bagatela de 700 mil ), outro Porsche Cayman e os demais só BMWs e Mercedes de Diversos modelos. Por baixo, calculo no minimo 3 milhões em carros. Tudo bem, agora pregunto se podemos chamar , e aceitar, um programa deste com o título de Casas BRASILEIRAS. Sem desqualificar qualquer autor de projetos, mas qualquer arquiteto com talento, com certeza fará um projeto muito DUCA, com orçamento livre , bem livre por sinal...São casas fora da curva. Gostaria de ver um programa deste que mostrasse casas realmente brasileira, com Gol ,ou Palio, na garagem, e, tendo sim, uma proposta espacial e plastica estonteante.Mas, arquitetos odeiam ( RS RS ) trabalhar para pobre...Lembro-me que alguns anos passados, organizei uma Mostra de Arquitetura de interiores, para o mercado imobiliário, e o patrocinador master era uma grande rede de móveis populares. Ousei rs rs sugerir que esta mostra fosse toda montada com móveis desta rede. Só faltei apanhar dos quase quinze arquitetos convidados, para participar da mesma. Em resumo, ficaram com total liberdade , contudo que pusesse ao menos uma peça do acervo desta rede. aí, saiu a tal Mostra. Algo tipo, também, Casa Cor, que passa longe da realidade brasileira. E esta situação começa na formação, ao deixar os alunos sempre na obrigação de fazer uma arquitetura, na maioria das vezes, além da imaginação e dos bolsos dos mortais clientes brasileiros, os quais também, mesmo não podendo financeiramente, rejeitam acabamentos mais íntegros e reais com a cultura e $$ brasileira, por linguagens das tais tendências ( argh !!!) mundiais, ou não...Como dizia o Joãozinho Trinta :"... que quem gosta de miséria é intelectual "...coisa bem de brasileiro, que é tão bonzinho, como também dizia aquela americana, no programa cômico na tv aberta de antigamente...kkkkk

CASA DOS BRISES AMARELOS, no Caminho das Árvores- Ano 1976Daniel Paz, toda vez que me encontra, tem insistido para eu po...
04/04/2017

CASA DOS BRISES AMARELOS, no Caminho das Árvores- Ano 1976

Daniel Paz, toda vez que me encontra, tem insistido para eu postar casas...Então vai , Daniel.
No inicio, não tínhamos o cuidado em documentar os projetos, fazíamos fotos sem cuidados maiores. Esta casa não tem mais as plantas, que eram desenhadas em vegetal ainda. Sentei e forçando a memória, fiz uns desenhos das plantas e a reprodução da facada lateral. Ela está ( sim, mas completamente desfigurada ,virou beijinha ) sobre a parte mais alta do loteamento e com visuais no fundo do terreno, que é o sudeste, Privilegiei os diversos "viver", com esta orientação , deixando os "dormir" para a orientação noroeste, protegendo-os contudo com balanço e brises pendurados na viga da fachada frontal,, além de uma ventilação cruzada, por um desnivelamento de coberturas, e por um jardim interno, no qual predomina uma escada escultural pintada em amarelo ouro, sob uma grelha de" domus'. Os espaços fluem sem interrupção das visuais. indo da porta de entrada atravessando todo os espaços até literalmente invadir o vazio do fundo do terreno, no qual h uma queda brusca da topografia...O espaço é totalmente definido pela estrutura livre, em concreto aparente , com as formas executadas com tábuas de agreste.

31/03/2016

Endereço

Salvador, BA
41950850

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