Ricardo Teodoro Arquitetura e Construção

Ricardo Teodoro Arquitetura e Construção Arquitetura para Todos! Projetos;
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Nós ajudamos pessoas a alcançarem seus objetivos, sem ter que passar por grandes dores de cabeça, com o melhor resultado custo x benefício possível!

A Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário (PMI), realizada pelo departamento de Economia e Estatística da entidade jun...
02/05/2023

A Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário (PMI), realizada pelo departamento de Economia e Estatística da entidade junto às incorporadoras associadas, apurou em março a comercialização de 7.119 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo. As vendas totalizaram 71.235 unidades no acumulado de 12 meses, entre abril de 2022 e março de 2023.

O VGV (Valor Global de Vendas) foi de R$ 3,561 bilhões em março e de R$ 34,799 bilhões em 12 meses – valores deflacionados pelo INCC-DI (Índice Nacional de Custo de Construção), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), referente a março de 2023.

O indicador VSO (Vendas Sobre Oferta), que apura a porcentagem de vendas em relação ao total de unidades ofertadas, atingiu 9,9% no terceiro mês do ano e 51,4% no acumulado de 12 meses.

De acordo com a pesquisa Secovi-SP, em março, foram lançadas 6.941 unidades residenciais novas na capital paulista. Com o resultado, os lançamentos acumulam um total de 74.983 unidades no período de 12 meses.

Fonte: Secovi.

Pesquisa inédita sobre o programa e as características dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida aponta as dificuldades dos ...
14/04/2023

Pesquisa inédita sobre o programa e as características dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida aponta as dificuldades dos compradores com o valor de entrada e com a comprovação de renda, muitas vezes complementada com ganhos informais, como maiores obstáculos para o acesso à moradia A pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e realizada pela Brain – Inteligência Estratégica mostra ainda os itens de desejo dos que procuram a casa própria.

A pesquisa qualitativa foi realizada com mais de 200 entrevistados, por meio de 26 grupos focais, em 25 cidades das cinco regiões do país, entre os dias 4 e 30 de março. Ela abrangeu três faixas de renda do programa – faixa 1, até R$ 2.640; faixa 2, entre R$ 2.640 e R$ 4.400; faixa 3, entre 4.400 e R$ 8.000.
A pesquisa ainda dividiu em dois grupos: os que procuram o primeiro imóvel e os que já têm um adquirido pelo programa e buscam um maior, com melhor localização ou com opções de lazer, nesse caso, enquadrados na faixa 3.

Para os participantes da pesquisa, a dificuldade de comprovação de renda é uma grande barreira, muitas vezes intransponível, para os que não estão em regime de trabalho formal. Esse critério é questionado por parte de entrevistados, que declaram já arcar com aluguel, em muitos casos, superior ao valor projetado das parcelas.

“Mudanças no cenário econômico do Brasil provocaram o aumento da informalidade de trabalho. Muitos entrevistados buscam imóveis com espaço para trabalhar. A renda é alcançada por essas famílias, mas a informalidade dificulta sua comprovação”, afirma a pesquisa.

Fonte: CBIC.

# financiamentoimobiliario

Durante os dois últimos anos de isolamento social e trabalho remoto, muitas pessoas se deslocaram em busca de viver mais...
03/04/2023

Durante os dois últimos anos de isolamento social e trabalho remoto, muitas pessoas se deslocaram em busca de viver mais perto da natureza nas grandes cidades centrais, seja no interior ou no litoral. Com a retomada do trabalho presencial, ainda que em um modelo híbrido, os grandes centros voltaram a um cotidiano mais agitado, assim como ao aumento do número de ofertas culturais e de lazer, além das escolas de referência para os filhos.

Segundo a Associação Brasileira de Incorporadores Imobiliários (ABRAINC), mais de 60% dos empreendedores imobiliários esperam que 2023 seja melhor que 2022. Já o Banco Central aponta uma alta no mercado imobiliário. A tendência é de que os projetos, principalmente, de baixa renda voltem com tudo, graças à demanda e ao esperado retorno de uma economia mais estável, bem como direcionamento das novas diretrizes do governo federal.

Ainda temos muitos avanços pela frente no que diz respeito à transformação digital do mercado. Vislumbro o surgimento de novas plataformas digitais que integrem serviços imobiliários e experiência diferenciada na hora de buscar o tão sonhado ‘lar, doce lar’. Mas, ainda sim, estamos atrás dos países desenvolvidos, onde as pessoas trocam de imóvel próprio cerca de 8 vezes na vida, enquanto o brasileiro só faz isto 1,8 vezes. Ou seja, existe muito espaço para o mercado crescer e ter mais liquidez.

Fonte: Suno.

Muito sol na cabeça e muito trabalho por aqui 👷🏻‍♂️.
24/03/2023

Muito sol na cabeça e muito trabalho por aqui 👷🏻‍♂️.

Os escorregamentos, enxurradas de lama e inundações ocorridos em São Sebastião em março de 2023 no litoral norte de São ...
24/03/2023

Os escorregamentos, enxurradas de lama e inundações ocorridos em São Sebastião em março de 2023 no litoral norte de São Paulo tornaram ainda mais evidente a necessidade de uma nova política habitacional no País. Essa região entre São Sebastião e Bertioga é o exemplo mais claro – e perverso – do processo de urbanização brasileiro. Para facilitar o acesso ao mais belo litoral do Brasil, o estado construiu na região (com recursos públicos, claro) o trecho da rodovia Rio–Santos, promovendo uma enorme valorização dos terrenos e a consequente expulsão dos habitantes originais, caiçaras que viviam da pesca e moravam junto às praias. Essa expulsão se deu pela compra das posses a preço vil, às vezes associada ao terror dos jagunços contratados por grandes grupos imobiliários.

As famílias expulsas das praias atravessaram a estrada e se instalaram onde havia terreno de baixo custo disponível, perto dos empregos em casas de veraneio e pousadas instaladas nas praias. Nesse terrenos disponíveis, que eram as franjas da Serra do Mar naturalmente instáveis, foram instalados os bairros populares, todos sem infraestrutura urbana, obras de proteção contra enchentes e escorregamentos, ou serviços públicos como coleta de lixo.

Fonte: Carta Capital.

Em sua segunda reunião de 2023, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu novamente por manter a t...
23/03/2023

Em sua segunda reunião de 2023, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu novamente por manter a taxa Selic em 13,75%. Pelo quinto encontro consecutivo, a autoridade optou por não mexer nos juros. A decisão foi unânime.

Em 21 de setembro do ano passado, o Copom interrompeu um ciclo de 12 altas seguidas na Selic, iniciado em março de 2021.

Apesar de pressões do governo e de economistas para que a taxa seja reduzida, havia unanimidade no mercado de que a taxa de juros seria mantida no atual patamar, ao menos na reunião concluída nesta quarta-feira (22).

No comunicado que acompanha a decisão, o Copom afirma que o ambiente externo se deteriorou desde a reunião de fevereiro, fazendo alusão ao fechamento dos bancos regionais dos Estados Unidos e a crise de liquidez do Credit Suisse.

“Os episódios envolvendo bancos nos EUA e na Europa elevaram a incerteza e a volatilidade dos mercados e requerem monitoramento”, diz o texto.

O Copom diz ainda que, em paralelo, dados recentes de atividade e inflação globais se mantiverem resilientes e observa que a política monetária nas economias centrais segue avançando em trajetória contracionista.

Fonte: Infomoney.

A decisão do Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central, de manter a Selic (taxa básica de juros da economia b...
04/02/2023

A decisão do Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central, de manter a Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) em 13,75% ao ano é vista com preocupação pelo mercado imobiliário. Isso porque a expectativa era de redução, o que traria um alívio para o setor. Ieda Vasconcelos, economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), explica que a Selic alta traz várias consequências sobre a dinâmica da economia, entre elas o aumento dos juros cobrados pelos bancos, a redução dos investimentos produtivos e a queda do consumo da população.

Marcos Saceanu, presidente da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), destaca que a queda da Selic é um fator muito importante para a retomada da economia e da produção do mercado imobiliário. “Apesar da manutenção da taxa na reunião de ontem do Copom, esperamos uma curva de redução da taxa básica de juros nos próximos trimestres, diante de um cenário de inflação mais controlada como temos visto nos últimos meses”, avalia Saceanu.
Já Marco Adnet, sócio da Konek Transformação Imobiliária e diretor da Ademi-RJ, analisa o cenário de duas formas.

Para ele, 2023 será um ano de estabilidade com a taxa de 13,75%, o que de certa forma dará previsibilidade às pessoas que vão investir ao longo deste ano. “Por outro lado, desde o final do ano passado vem acontecendo uma queda importante no custo da construção civil e também uma instabilidade dos preços dos materiais e da mão de obra, o que não acontecia até o primeiro semestre. Então, a partir do segundo semestre de 2022 e o início deste ano a inflação da construção civil e a do país, de certa forma, tiveram algum controle. O que não pode é a inflação novamente ser estimulada por gastos públicos maiores que o previsto”, comenta o executivo.

Fonte: O Dia.

Mais um de: detalhes que fazem toda a diferença! Um pouco mais do projeto da Igreja do Evangelho Quadrangular. 👷‍♂️🏢    ...
31/01/2023

Mais um de: detalhes que fazem toda a diferença! Um pouco mais do projeto da Igreja do Evangelho Quadrangular. 👷‍♂️🏢

O mercado imobiliário brasileiro tem sido destaque na economia do país nos últimos anos, principalmente durante e após a...
31/01/2023

O mercado imobiliário brasileiro tem sido destaque na economia do país nos últimos anos, principalmente durante e após a pandemia de Covid-19. Em 2021, por exemplo, houve um aumento de 25,9% nos lançamentos imobiliários, além do crescimento de 12,8% nas vendas em comparação com 2020. No último trimestre de 2022, também ocorreu um aumento de, aproximadamente, 42% no número de lançamentos em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Confederação Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Ou seja, não faltam razões para projeções positivas para 2023.

Segundo explica Babiton Espindola, CEO da Urban Company – imobiliária especialista em investimentos imobiliários -, a pandemia forçou as pessoas a ficar em casa e, com isso, elas descobriram novas necessidades, como um quintal, um espaço de trabalho e uma varanda, por exemplo. “Aliado a isso, ainda tivemos a menor taxa Selic da história, culminando na menor taxa de juros para crédito imobiliário. A soma desses fatores levaram o mercado imobiliário a um grande boom nos últimos anos”, completa Babiton.

Projeções para o mercado imobiliário em 2023

Considerando a ascensão do mercado imobiliário dos últimos anos, o sentimento da maioria dos empresários do ramo é de que o cenário em 2023 deve continuar positivo e promissor. Conforme a pesquisa desenvolvida pela Brain Estratégica e Abrainc, 62% dos empresários do setor da construção civil e imobiliários acreditam que ao longo do ano de 2023, o mercado será ainda mais aquecido, aliás.

Mudança na trajetória da Selic deve impulsionar o setor

Uma taxa de juros baixa é um dos maiores indutores para o mercado imobiliário, portanto, a taxa Selic também pode impactar as vendas no setor. Vale mencionar que mesmo com a taxa Selic elevada em 2022, o setor imobiliário não parou de crescer. Sendo assim, com as sinalizações do Banco Central de que a Selic será menor em 2023, o cenário deve ser impulsionado.

Fonte: Portal comunique-se.

# arquitetura

O Índice Nacional de Custo da Construção Civil - Mercado (INCC-M) subiu 0,32% em janeiro. O percentual é um pouco acima ...
28/01/2023

O Índice Nacional de Custo da Construção Civil - Mercado (INCC-M) subiu 0,32% em janeiro. O percentual é um pouco acima do registrado no mês anterior, quando ficou em 0,27%. Nos 12 meses o indicador acumula elevação de 9,05%. Em janeiro de 2022, o índice registrou 0,64% no mês e acumulava alta de 13,70% em 12 meses. Os números foram divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre /FGV). O indicador é pesquisado entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, equipamentos e serviços

A taxa de materiais, equipamentos e serviços passou de 0,38% em dezembro para queda de 0,12% no primeiro mês do ano. Nesse grupo depois da alta de 0,37% registrada em dezembro, a taxa correspondente a materiais e equipamentos recuou 0,26% em janeiro. “Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 0,62% para -0,55%”, informou.

Serviços

A variação relativa a serviços cresceu de 0,43% em dezembro para 0,53% em janeiro. Neste grupo, o destaque é a evolução do item taxas de serviços e licenciamentos, que passou de 0% para 2,40%.

Mão de obra

Outro avanço ocorreu na taxa relativa ao índice da mão de obra. Após registrar 0,16% em dezembro, subiu 0,77% em janeiro.

Fonte: Diário de Pernambuco.

Mais um dia por aqui. Bora colocar a mão na massa! 👷🏻‍♂️🧱
26/01/2023

Mais um dia por aqui. Bora colocar a mão na massa! 👷🏻‍♂️🧱

Aliado à sustentabilidade, a tecnologia é também um pilar fundamental, já dá base às práticas ESG e ajuda a consolidar u...
21/01/2023

Aliado à sustentabilidade, a tecnologia é também um pilar fundamental, já dá base às práticas ESG e ajuda a consolidar uma nova forma de morar. Para o CEO da Yogha, Avelino Neto, a sustentabilidade e a tecnologia são pontos que convergem para a mesma questão: melhorar a qualidade de vida das pessoas de forma sustentável. “Essas duas questões estão redefinindo o futuro da construção civil, gerando menos lixo e reduzindo os impactos ambientais e o desperdício, oferecendo à sociedade opções de moradia que vão além da estética”, afirma.

Avelino conta que hoje é praticamente impossível não pensar em ESG, algo que as incorporadoras têm como diretriz ao planejarem seus empreendimentos, um pensamento que se reflete também em todo o mercado de moradia. “Nós temos buscado valorizar os projetos que têm a sustentabilidade como um dos pilares, até porque isso também é um diferencial relevante no mercado, já que as pessoas estão desenvolvendo cada vez mais esse olhar crítico sobre suas próprias vidas. Morar num condomínio que tenha energia solar, luz natural, reuso da água e que se preocupe com o meio ambiente é o sonho da maioria das pessoas, principalmente por ser algo que também gera menos custos no final do mês”, conta o CEO.

Moradias flexíveis e tecnologia

Muito ligada a esse movimento, a tendência das moradias flexíveis também favorece a inserção da sustentabilidade como um estilo de vida. É o que aponta um levantamento realizado em 2020 pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) que aponta que 70% dos entrevistados não têm preferência por um imóvel fixo, 8Aliado à sustentabilidade, a tecnologia é também um pilar fundamental, já dá base às práticas ESG e ajuda a consolidar uma nova forma de morar. Para o CEO da Yogha, Avelino Neto, a sustentabilidade e a tecnologia são pontos que convergem para a mesma questão: melhorar a qualidade de vida das pessoas de forma sustentável.

Fonte: Cultura 360.

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Santo André, SP
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